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	<title>Mariana Fulfaro Terapeuta Ocupacional &#187; Respeito</title>
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	<description>Terapia Ocupacional traz de volta a vida</description>
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		<title>Bullying: prazer x sofrimento</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 02:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças de Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Respeito]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabei de ver um vídeo sobre bullying muito sensível. Fiquei arrepiada! Enquanto assistia, um filme sobre os tempos da escola passou pela minha cabeça. Lembrei das meninas que, como eu, eram excluídas por serem magras demais e dos meninos que não gostavam de jogar bola. Todo mundo fala que é contra preconceito, bullying e toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ver um vídeo sobre bullying muito sensível. Fiquei arrepiada!</p>
<p>Enquanto assistia, um filme sobre os tempos da escola passou pela minha cabeça. Lembrei das meninas que, como eu, eram excluídas por serem magras demais e dos meninos que não gostavam de jogar bola. <img src='http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Todo mundo fala que é contra preconceito, bullying e toda atitude que restringe a liberdade de ser e de ir e vir do próximo. Contudo, desconfio do quanto lá no fundo cada um é realmente sincero e luta contra isso tudo.<span id="more-2528"></span></p>
<p>Em casa, será que os pais conversam com seus filhos? E na escola, será que os professores estão prestando atenção de fato nesses problemas?</p>
<p>Outro dia, uma das crianças que atendo me perguntou porque ela era diferente &#8211; não consegue mexer uma de suas mãos &#8211; e em seguida disse que queria ser igual aos outros. Não queria mais ficar sozinha no recreio e que tirassem sarro de sua cara&#8230;</p>
<p>De repente todo o possível dia-a-dia dela carregado de limitações e preconceitos veio à tona&#8230;</p>
<p>Se estivessem em meu lugar, o que vocês responderiam?</p>
<p>O título do vídeo é “Loser”, que traduzido do inglês significa “perdedor”, e mostra crianças sendo vítimas de bullying &#8211; com agressões físicas e verbais. Espero que gostem da reflexão.</p>
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		<title>Como oferecer ajuda a uma pessoa com deficiência?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 01:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças de Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Respeito]]></category>
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		<description><![CDATA[É comum a cena de constrangimento quando as pessoas se vêem obrigadas a estar com alguém que usa cadeira de rodas, não enxerga, não ouve ou com outro tipo de deficiência. Já presenciei esses incômodos e buchichos em muitos lugares, como hospitais, clínicas, escolas, na rua e no ônibus. Fico impressionada com as reações dessas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum a cena de constrangimento quando as pessoas se vêem obrigadas a estar com alguém que usa cadeira de rodas, não enxerga, não ouve ou com outro tipo de deficiência.</p>
<p>Já presenciei esses incômodos e buchichos em muitos lugares, como hospitais, clínicas, escolas, na rua e no ônibus. Fico impressionada com as reações dessas pessoas. <img src='http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-includes/images/smilies/icon_surprised.gif' alt=':-o' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Alguns ficam completamente paralisados sem saber o que fazer. Outros fazem aquela cara de dó e soltam um “coitado” acreditando que quem tem deficiência é doente.</p>
<p>Ah, tem também os que se acham super antenados, querem ajudar e acabam atropelando a situação, como ao tentar ajudar uma pessoa com deficiência visual a atravessar a rua &#8211; sem nem ao menos saber se ela precisa disso. Agarram o seu braço e vamo que vamo até chegar na outra calçada!<span id="more-2464"></span></p>
<p>A questão é que não há motivo para esse frisson todo. Somos todos iguais e não é porque um anda com perna e outro com cadeira que é ou deve ser tratado de maneira diferente.</p>
<p>Esse vídeo que postei dá uns toques simples, mas muito importantes para melhorar o comportamento de todo mundo. ;-D</p>
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