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A religião como ferramenta para reabilitação cognitiva e produção de saúde

16/04/2011

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FULFARO, M. A. . A religião como ferramenta para reabilitação cognitiva e produção de saúde. In: VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia, 2011, Santos – SP. Anais do VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia e VI Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia, 2011.

 

Introdução: Em idosos com déficit cognitivo a Terapia Ocupacional trabalha visando melhorar ou compensar perdas relacionadas ao desempenho nas atividades diárias, procurando manter a capacidade funcional pelo maior tempo possível.  Para isso, pode utilizar como recurso exercícios, atividades cotidianas ou artísticas que tenham importância para o paciente.

Objetivo: Apresentar estudo de caso de um atendimento terapêutico ocupacional de idoso com sequela neurológica e déficit cognitivo, e mostrar como o uso de uma atividade significativa para o paciente pode ser determinante para o sucesso do tratamento e melhora da qualidade de vida.

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É normal idosos terem problemas de memória?

09/02/2011

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Não, não é normal idosos terem problemas de memória. Se você conhece algum idoso que tem esquecido nomes, lugares e comida no fogo é melhor procurar um médico geriatra. Contudo, falhas de memória costumam ser mais freqüentes com o avanço da idade, e muita gente teme que pequenos esquecimentos possam ser o sinal da chegada de demências, como o Alzheimer. Isso não costuma ser verdade. Independente da faixa etária, quando se está deprimido, estressado ou sobrecarregado com o trabalho é comum ficar esquecido. E esses lapsos podem ficar mais frequentes a partir da meia-idade, por volta dos 35 anos.

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O fantasma da doença de Alzheimer

10/06/2010

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A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
PPara divulgar um pouco a doença de Alzheimer, eu não poderia deixar de escrever sobre ela no

Para lançar a minha coluna no Jornal do Marapé (jornal da cidade de Santos, litoral de São Paulo) fiquei pensando no quanto o Alzheimer está presente nas listas de doenças temidas e no quanto a terapia ocupacional pode ajudar.

Por isso esse foi o tema que escolhi para o meu primeiro artigo, texto que vocês podem conferir abaixo!

A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.

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O problema é meu

16/01/2010

13 comentários

Estou atendendo uma senhora de 62 anos, a Dirce, que teve um derrame e que por isso está com alguns probleminhas, como falta de atenção e memória.

Contudo, para ela o problema não está em demorar mais para fazer comida ou escolher uma roupa, mas sim nos comentários que as pessoas fazem.

Xeretando no blog do Roberto Maia, o Ti-rinhas, achei uma tirinha muito boa que ilustra o respeito ao outro e ao seu jeito de ser. Dêem uma olhada:

Falta de atenção não acontece só com idosos

12/11/2009

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Todos os dias preciso pensar em exercícios para meus pacientes idosos com falta de atenção. Para quem já tem muitos quilômetros rodados, um pequeno acidente pode trazer consequências bem diferentes do que para uma criança.

A diferença não está no tipo de acidente, mas em como o corpo está preparado para aguentar o estrago. Quando uma criança cai e quebra a perna, é só passar um tempo engessada e pronto. Seu corpo se recupera a todo vapor.

No idoso, o corpo já é outro. Com o envelhecimento, a cicatrização fica lenta, a elasticidade da pele já não é mais a mesma e o número de vasos sanguíneos diminui. Precisa ter cuidado, né?

Mas disse tudo isso, pois no corre-corre diário muita coisa passa batida, como o porteiro que não é cumprimentado, os amigos que não recebem bom dia e a lista do supermercado que sempre fica desfalcada. Será que você também passa por essas situações?

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A doença de Alzheimer

17/01/2009

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Eu gostaria de propôr um exercício para falar um pouquinho da doença de Alzheimer. Pense na sua avó. Lembre-se de todos os lanches e doces gostosos que ela fez para você, das vezes em que você ia dormir na casa dela e ela deixou a cama arrumadinha e cheirosa, das vezes em que você a encontrava e ganhava aquele abraço apertado que parecia que seus ossos iam quebrar, e logo em seguida vinham os beijos e mordidas na bochecha. Lembrou? Sensação boa, né?

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