Arquivos da Tag: Estresse

É normal idosos terem problemas de memória?

09/02/2011

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Não, não é normal idosos terem problemas de memória. Se você conhece algum idoso que tem esquecido nomes, lugares e comida no fogo é melhor procurar um médico geriatra. Contudo, falhas de memória costumam ser mais freqüentes com o avanço da idade, e muita gente teme que pequenos esquecimentos possam ser o sinal da chegada de demências, como o Alzheimer. Isso não costuma ser verdade. Independente da faixa etária, quando se está deprimido, estressado ou sobrecarregado com o trabalho é comum ficar esquecido. E esses lapsos podem ficar mais frequentes a partir da meia-idade, por volta dos 35 anos.

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Contribuições da Terapia ocupacional para a saúde de sua empresa

20/09/2010

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Atualmente, muito tem se falado em adoecimento no trabalho e no alto número de funcionários que se afastam dele por esse motivo.

Em 2008, a Organização Internacional do Trabalho estimou que o número de trabalhadores afastados devido a novos casos de doenças ocupacionais, como tendinites e hérnias de disco, era de 160 milhões. Contudo, além das já conhecidas LER/DORT, também é possível desenvolver problemas ligados à saúde mental.

O trabalho tem papel central na constituição da identidade individual e possui implicação direta nas diversas formas de inserção social dos indivíduos. Ele pode ser visto como fundamental na constituição das redes de relações sociais e trocas afetivas e econômicas, base da vida cotidiana das pessoas.

Quando algo vai mal nesse campo as conseqüências podem ser sérias, pois se inicia um ciclo vicioso de sofrimento, que se reflete diretamente em outras áreas, como o relacionamento com a família e amigos, e, principalmente, na saúde.

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Síndrome do pânico: o extremo do estresse

17/06/2010

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Síndrome do pânico: o extremo do estresse
Imagine que você está na fila do supermercado e sem motivo começa a suar frio, a sentir um aperto no peito, um nó na garganta, falta de ar e seu coração ameaça sair pela boca. Não há motivos racionais para se sentir assim, mas o medo continua a se espalhar pelo seu corpo e você sente que sua pressão está diminuindo.
Mesmo pensando em tudo o que aprendeu para lidar com esse problema – como respirar fundo, contrair e relaxar os ombros – você só consegue pensar em sair correndo desesperadamente.
Grosso modo, isso é o que sente quem tem uma crise de Pânico, problema que normalmente é causado por estresse, alterações do corpo devido a medicamentos, abuso de álcool e drogas ou predisposição genética.
Como em outras doenças, na Síndrome do Pânico há um desequilíbrio no organismo, na maioria das vezes relacionado a estresse. E o estresse nada mais é do que um desgaste físico e mental.
Se pensarmos na nossa rotina diária, será que passamos mais tempo trabalhando, se preocupando com contas e problemas, ou descansando, indo caminhar na praia?
Aí está o xis da questão: devemos balancear nossas atividades para ter uma vida equilibrada. E para isso proponho um exercício para você saber como está o seu dia.
Separe um papel e uma caneta. Assim que acordar amanhã anote o horário. Em seguida, anote quando entrar e sair do banheiro, ao se sentar para tomar café, ao sair de casa para o trabalho, quando para na hora do almoço, se parar para fazer exercício ou conversar com alguém e assim sucessivamente.
Faça isso com todas as suas atividades, desde manhã até o dia seguinte. O objetivo é saber quantas horas do seu dia você gasta com sono e descanso, lazer, trabalho e estudo, exercícios, higiene e alimentação.
Conte quanto você gastou com cada um desses tópicos acima. O resultado deve ser equilibrado, com aproximadamente oito horas de sono e descanso, três horas de lazer, oito horas de trabalho e estudo, uma hora e meia de exercícios, uma hora e meia de higiene e duas horas de alimentação.
Se o seu dia estiver muito diferente dessa proporção, tente rever suas atividades. Avalie o que vale mais: dinheiro ou qualidade de vida? E lembre-se de que nada adianta ter uma boa conta no banco se não tiver tempo e saúde para aproveitá-la. Esse é o primeiro passo para diminuir o estresse e se afastar da Sí

Imagine que você está na fila do supermercado e sem motivo começa a suar frio, a sentir um aperto no peito, um nó na garganta, falta de ar e seu coração ameaça sair pela boca. Não há motivos racionais para se sentir assim, mas o medo continua a se espalhar pelo seu corpo e você sente que sua pressão está diminuindo.

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Serviços de saúde mental gratuitos

25/02/2010

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Conseguir atendimento gratuito de saúde com qualidade está se tornando cada vez mais difícil. Nem todos os hospitais públicos conseguem manter a qualidade das consultas, e os particulares nem sempre têm valores acessíveis a todos.

Algumas pessoas podem pagar por profissionais e exames, outras pagam um convênio – que cobre ao menos os atendimentos básicos. Mas a grande maioria da população depende do SUS, que vem sofrendo com os limitados recursos físicos, com a falta de profissionais e de materiais.

Encontrar vaga para atendimento de problemas da chamada “saúde mental”, que inclui depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia, é uma verdadeira peregrinação.

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Estresse de cuidador

01/12/2009

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Muitos de vocês sabem como é desgastante cuidar de quem se ama, e ver dia-a-dia essa pessoa piorar e não saber ao certo o que fazer.

A angústia passa a fazer parte do dia-a-dia, como quando sentimos vontade de sair para nos divertir, quando não queremos trocar aquela fralda suja, quando sentimos vontade de comer aquela comidinha gostosa da mãe e ela não sabe mais prepará-la, ou quando perdemos a paciência e soltamos um xingo. Essa é a pior de todas as situações.

Mas cuidar de alguém não é fácil, e muitas vezes ficamos cansados, sim!

Para ilustrar um pouco esse estresse eu trouxe um vídeo. Acho que já deu para perceber que adoro vídeos, né? rs Espero que gostem!

E para quem cuida de alguém com Doença de Alzheimer, aí vai o link da Associação Brasileira de Alzheimer que oferece grupos de apoio no Brasil inteiro: www.abraz.com.br

Falta de atenção não acontece só com idosos

12/11/2009

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Todos os dias preciso pensar em exercícios para meus pacientes idosos com falta de atenção. Para quem já tem muitos quilômetros rodados, um pequeno acidente pode trazer consequências bem diferentes do que para uma criança.

A diferença não está no tipo de acidente, mas em como o corpo está preparado para aguentar o estrago. Quando uma criança cai e quebra a perna, é só passar um tempo engessada e pronto. Seu corpo se recupera a todo vapor.

No idoso, o corpo já é outro. Com o envelhecimento, a cicatrização fica lenta, a elasticidade da pele já não é mais a mesma e o número de vasos sanguíneos diminui. Precisa ter cuidado, né?

Mas disse tudo isso, pois no corre-corre diário muita coisa passa batida, como o porteiro que não é cumprimentado, os amigos que não recebem bom dia e a lista do supermercado que sempre fica desfalcada. Será que você também passa por essas situações?

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Abandono e a doença de Alzheimer

29/07/2009

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Já publiquei alguns textos sobre a doença de Alzheimer. A partir deles, é possível entender um pouco o quanto é difícil e desgastante, tanto emocionalmente quanto fisicamente, cuidar de uma pessoa querida com esse problema.

Tudo começa com os pequenos esquecimentos e mudanças de comportamento. Alguns anos depois, o companheiro, ou outra pessoa da família, se dá conta de que tem algo errado e procura um médico, que dá a sentença: tem Alzheimer.

Esse diagnóstico é um marco na vida de muitas famílias. Tudo muda a partir daí, e muitos se vêem sozinhos. Não há ninguém para ajudar ou para desabafar. Mesmo os que antes faziam visitas frequentes e dividiam os almoços de domingo, agora parecem ter se esquecido de qualquer laço que possuíam.

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Quer trabalhar quanto?

19/02/2009

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A grande maioria das pessoas precisa cumprir metas no trabalho, independente da profissão.

As atividades variam: escrever textos, atender pacientes, soldar canos, fazer limpeza, etc. Mas todas tem em comum a pressão para cumprir metas, seja do chefe ou de nós mesmos.

O problema surge quando as exigências são maiores do que as que o nosso corpo suporta e, simplesmente, não podemos parar. Afinal, no fim do mês o aluguel estará lá.

A animação abaixo mostra os resultados da sobrecarga de trabalho no nosso corpo, e sua reação em cadeia. Será que podemos ter controle sobre o quanto trabalhamos? Trabalhamos para viver ou vivemos para trabalhar?

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Um murro na cara de dona Josefa

14/01/2009

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Aos 65 anos, dona Josefa frequentava um grupo terapêutico para idosos no Centro de Saúde do Butantã. Ela não tinha amigos e ficava a maior parte do tempo tomando conta de casa, dos dois netos pequenos e de Terezinha, sua sogra com doença de Alzheimer. Certo dia, chegou no centro de saúde extremamente abatida. E sem um dos dentes da frente.

A doença de Alzheimer é um tipo de demência que não se sabe a causa e que ainda não tem cura. Os pacientes vão perdendo pouco a pouco a memória: se esquecem dos nomes de conhecidos, deixam o fogão aceso, se perdem no caminho de casa e não conseguem formular uma frase inteira. Com a evolução da doença, vão deixando de tomar banho, trocar de roupa e ir ao banheiro sozinhos.

Cuidar de uma pessoa doente de 86 anos estava ficando cada vez mais difícil para dona Josefa. Com o avanço da doença, sua sogra já não reconhecia mais a casa em que estava morando, acreditava que familiares mortos estavam vivos e que Josefa estava decidida a matá-la.

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