Nessa semana, li que os brasileiros falam mais de sexo na rua do que em casa. Parece que no lar doce lar o preconceito impera e o assunto simplesmente não é discutido.
Cheguei a conclusão de que, pelo menos para parte da população, o texto está certo. É curioso pensar que em pleno século 21 esse assunto ainda é tabu, e que isso pode trazer sérias consequências.
Para muitos, pensar que os pais fazem sexo é um martírio. E imaginar que os avós podem ser sexualmente ativos está fora de cogitação.
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Diariamente, vemos propagandas de dentistas sugerindo o uso do fio dental.
Até aí as únicas coisas que impedem a maioria das pessoas de usar a pequena cordinha branca é a preguiça ou falta de dinheiro. Afinal, essas pessoas têm as duas mãos funcionando perfeitamente e podem usar o fio dental sem problemas, né?
Mas como fica quem só tem uma mão ou só movimenta uma delas? Alguém aí já pensou nisso?
Pra resolver esse problema, criaram um fio dental adaptado. Esse da foto é fio em uma ponta e palito na outra! rs
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A Revista Sentidos, uma das publicações mais importantes para pessoas com deficiência, fez uma entrevista comigo sobre como prevenir acidentes de crianças em casa.
Fiquei lisonjeada com o convite, pois o conteúdo produzido por eles é interessantíssimo e de grande ajuda para muita gente.
O resultado, que você pode conferir abaixo, ficou bem legal. Simples, as dicas servem tanto para crianças com quanto para as sem deficiência, e podem ser decisivas para manter os pequenos longe do perigo.




FULFARO, M. A. . A religião como ferramenta para reabilitação cognitiva e produção de saúde. In: VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia, 2011, Santos – SP. Anais do VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia e VI Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia, 2011.
Introdução: Em idosos com déficit cognitivo a Terapia Ocupacional trabalha visando melhorar ou compensar perdas relacionadas ao desempenho nas atividades diárias, procurando manter a capacidade funcional pelo maior tempo possível. Para isso, pode utilizar como recurso exercícios, atividades cotidianas ou artísticas que tenham importância para o paciente.
Objetivo: Apresentar estudo de caso de um atendimento terapêutico ocupacional de idoso com sequela neurológica e déficit cognitivo, e mostrar como o uso de uma atividade significativa para o paciente pode ser determinante para o sucesso do tratamento e melhora da qualidade de vida.
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No Brasil, legalmente não há idade máxima para uma pessoa continuar dirigindo um carro. É necessário apenas que a Carteira Nacional de Habilitação esteja em dia.
Mas a partir dos 65 anos a renovação, que antes deveria acontecer de cinco em cinco anos, passa a ser obrigatória a cada três.
Diminuir o tempo de prestação de contas ao Conselho Nacional de Trânsito parece óbvio pensando nas mudanças que a idade traz ao corpo. Contudo, quais são os exames realizados? O que conta para o médico achar que idoso não é mais capaz de dirigir? O que fazer para continuar dirigindo pelo maior tempo possível?
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Entusiasmada com a entrevista para o Guia do Estudante, resolvi gravar um vídeo com um tema que pode ajudar muita gente: como passar e amarrar o cadarço usando apenas uma mão.
Essa dica é muito útil para pessoas que sofreram um derrame, estão machucadas ou que simplesmente nasceram com um só braço.
Para fazer o filminho, fiz uma parceria com o Manual do Mundo, um site com vídeos que mostram dicas de todos os tipos. Lá os internautas podem aprender desde brincadeiras com palitos até a fazer uma fogueira com lente de aumento.
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A Terapia Ocupacional está caindo na boca do povo como se diz por aí. E quem assiste a novela das oito, Viver a Vida, sabe do que estou falando.
Desde que teve um acidente e ficou tetraplégica, Luciana, personagem interpretada por Alinne Moraes, tem recebido acompanhamento de vários profissionais de saúde, dentre eles uma terapeuta ocupacional.
Em um dos meus textos, escrevi que esses terapeutas são responsáveis por fazer com que as pessoas voltem – na medida do possível – a realizar suas atividades, como comer e tomar banho, sozinhas.
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Você já parou para pensar em como uma pessoa com deficiência visual usa o computador? Ou então como quem não movimenta as mãos faz para mexer o mouse e dar um “clique”? E você conseguiria ficar sem acessar internet, porque não consegue movimentar seu corpo?
Os sistemas operacionais vêm com programas de acessibilidade, mas poucas pessoas conhecem esses recursos. O Windows, por exemplo, traz consigo o teclado virtual e a lente de aumento. O primeiro abre na tela um teclado, como os que aparecem quando entramos em um site de banco, e o segundo permite aumentar o texto da tela em até 9 vezes. Para dar uma olhadinha é só ir em “Iniciar”, “Programas”, “Acessórios” e “Acessibilidade”.
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Depois de 23 anos vivendo trancafiada em um hospício, de ter levado alguns eletrochoques e tomado muita medicação, Jurema foi libertada e seguiu direto para a casa de seu irmão, em Santo André.
Aos 19 anos, com depressão, ela havia internado em um hospital psiquiátrico. Quando a encontrei pela primeira vez, devido à sua aparência, eu jurava de pés juntos que ela tinha pelo menos 50 anos – estava, na realidade, com 43.
Após muito tempo de internação – e do pacote básico de tratamento que descrevi acima – é comum a pessoa não conseguir realizar tarefas simples como escovar os dentes, pentear os cabelos, tomar banho e até mesmo falar. Quando isso acontece dizemos, utilizando os jargões da Terapia Ocupacional, que essa pessoa “perdeu a independência”.
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28/01/2012
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