Síndrome do pânico: o extremo do estresse

Síndrome do pânico: o extremo do estresse
Imagine que você está na fila do supermercado e sem motivo começa a suar frio, a sentir um aperto no peito, um nó na garganta, falta de ar e seu coração ameaça sair pela boca. Não há motivos racionais para se sentir assim, mas o medo continua a se espalhar pelo seu corpo e você sente que sua pressão está diminuindo.
Mesmo pensando em tudo o que aprendeu para lidar com esse problema – como respirar fundo, contrair e relaxar os ombros – você só consegue pensar em sair correndo desesperadamente.
Grosso modo, isso é o que sente quem tem uma crise de Pânico, problema que normalmente é causado por estresse, alterações do corpo devido a medicamentos, abuso de álcool e drogas ou predisposição genética.
Como em outras doenças, na Síndrome do Pânico há um desequilíbrio no organismo, na maioria das vezes relacionado a estresse. E o estresse nada mais é do que um desgaste físico e mental.
Se pensarmos na nossa rotina diária, será que passamos mais tempo trabalhando, se preocupando com contas e problemas, ou descansando, indo caminhar na praia?
Aí está o xis da questão: devemos balancear nossas atividades para ter uma vida equilibrada. E para isso proponho um exercício para você saber como está o seu dia.
Separe um papel e uma caneta. Assim que acordar amanhã anote o horário. Em seguida, anote quando entrar e sair do banheiro, ao se sentar para tomar café, ao sair de casa para o trabalho, quando para na hora do almoço, se parar para fazer exercício ou conversar com alguém e assim sucessivamente.
Faça isso com todas as suas atividades, desde manhã até o dia seguinte. O objetivo é saber quantas horas do seu dia você gasta com sono e descanso, lazer, trabalho e estudo, exercícios, higiene e alimentação.
Conte quanto você gastou com cada um desses tópicos acima. O resultado deve ser equilibrado, com aproximadamente oito horas de sono e descanso, três horas de lazer, oito horas de trabalho e estudo, uma hora e meia de exercícios, uma hora e meia de higiene e duas horas de alimentação.
Se o seu dia estiver muito diferente dessa proporção, tente rever suas atividades. Avalie o que vale mais: dinheiro ou qualidade de vida? E lembre-se de que nada adianta ter uma boa conta no banco se não tiver tempo e saúde para aproveitá-la. Esse é o primeiro passo para diminuir o estresse e se afastar da Sí

Imagine que você está na fila do supermercado e sem motivo começa a suar frio, a sentir um aperto no peito, um nó na garganta, falta de ar e seu coração ameaça sair pela boca. Não há motivos racionais para se sentir assim, mas o medo continua a se espalhar pelo seu corpo e você sente que sua pressão está diminuindo.

Mesmo pensando em tudo o que aprendeu para lidar com esse problema – como respirar fundo, contrair e relaxar os ombros – você só consegue pensar em sair correndo desesperadamente.

Grosso modo, isso é o que sente quem tem uma crise de Pânico, problema que normalmente é causado por estresse, alterações do corpo devido a medicamentos, abuso de álcool e drogas ou predisposição genética.

Como em outras doenças, na Síndrome do Pânico há um desequilíbrio no organismo, na maioria das vezes relacionado a estresse. E o estresse nada mais é do que um desgaste físico e mental.

Se pensarmos na nossa rotina diária, será que passamos mais tempo trabalhando, se preocupando com contas e problemas, ou descansando, indo caminhar na praia?

Aí está o xis da questão: devemos balancear nossas atividades para ter uma vida equilibrada. E para isso proponho um exercício para você saber como está o seu dia.

Separe um papel e uma caneta. Assim que acordar amanhã anote o horário. Em seguida, anote quando entrar e sair do banheiro, ao se sentar para tomar café, ao sair de casa para o trabalho, quando para na hora do almoço, se parar para fazer exercício ou conversar com alguém e assim sucessivamente.

Faça isso com todas as suas atividades, desde manhã até o dia seguinte. O objetivo é saber quantas horas do seu dia você gasta com sono e descanso, lazer, trabalho e estudo, exercícios, higiene e alimentação.

Conte quanto você gastou com cada um desses tópicos acima. O resultado deve ser equilibrado, com aproximadamente oito horas de sono e descanso, três horas de lazer, oito horas de trabalho e estudo, uma hora e meia de exercícios, uma hora e meia de higiene e duas horas de alimentação.

Se o seu dia estiver muito diferente dessa proporção, tente rever suas atividades. Avalie o que vale mais: dinheiro ou qualidade de vida? E lembre-se de que nada adianta ter uma boa conta no banco se não tiver tempo e saúde para aproveitá-la. Esse é o primeiro passo para diminuir o estresse e se afastar da Síndrome do Pânico.

(Texto publicado originalmente por Mariana Fulfaro no Jornal do Marapé, de Santos, na edição de maio de 2010)

29 respostas para “Síndrome do pânico: o extremo do estresse”

  1. sonia maria de oliveira santos rocha diz:

    tenho sindrome do pânico, formigamento nas mãos, pés minha garganta parese que vai feixa sinto um cheiro orrivel no nariz, sinto á morote chegando, me debato na cama, choroi muito não quero falar e nem vê ninquem. leva meia hora para voltar ao normal. que muito ajuda por favor.

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  2. claudia pinheiro diz:

    sofro de depressão ja alguns anos depois da minha separação. tomei venlafaxina durante a primeira depressão e felizmente com ajuda dos medicamentos e o apoio dos amigos consegui ultrapassar a doença. certo é que fiquei sempre com sequelas. sou muito nervosa, ando sempre irritada, tudo me aborrece, e sou comulsiva obcessiva pelas limpezas. passo o dia inteiro a limpar a a arrumar. e fico nervosa quando vejo alguma coisa suja e desarrumada.xego ate a brigar com a minha familia por nao ver as coisas no seu devido lugar tal como as deixei. enfim, sucede se que devido a problemas no meu trabalho, vi obrigada a despedir me e ainda hoje nao consigo passar la perto. voltei a ter outra depressão, e agora ando apavorada porque tenho medo de dormir. aqui á cerca de 2 meses acordei para ir ao wc sobre a madrugada e ate ali tudo bem, voltei a deitar me e comecei a sentir uma dor agoniante no peito e garganta, suores frios e muitas picadas no corpo. seguida duma dormencia horrivel por todo o corpo. chamei o inem porque pensei tratar se dum ataque cardiaco. a minha pressão arterial disparou, mas ja no hospital disseram tratar se de um ataque de panico. este ataque sucedeu se numa altura em que faleceu o meu sogro vitima de tumor e eu vivi intensamente o processo da doença dele. desde esse ataque de panico que tenho sentido quase todas as noites quando estou a dormir durante o proprio sonho uma sensação horrivel como se quisesse acordar daquele sonho e nao conseguisse. é como se estivesse preso a ele e quisesse acordar e nao conseguisse. começo a sentir falta de ar e o corpo preso e uma agonia na garganta. estes episodios repetem se sucessivamente a medida que vou tentando adormecer de novo. xego mesmo a lutar de noite contra o sono com medo que me voltar a dar o mesmo ataque. quando nao me dá estas crises, assim, durante o sono sonho que estou dentro de um carro por exemplo ou a voar a uma alta velocidade e acordo apavorada xeia de falta de ar e assustada. sei que ando a ficar desesperada e isso está afectar me a cada dia que passa.eu ja durmo pouco á muitos anos, e agora ainda durmo menos com medo destes ataques nocturnos

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  3. suelen melo diz:

    gente,eu acho que ñ vou suportar,fazem 2 anos que sinto varios sintomas do panico,meu coraçao do nada dá um pulo,esse é meu maior medo,os outros são falta de ar,aperto no peito,e sempre a vontade imensa de tomar o rivotril,que me faz bem por incrível que pareça,mas se eu colocar na cabeça que meu coraçao vai dar um supapo nao tem rivotril no mundo que impeça isso,me ajuda por favorrr,tenho 28 anos,já tenho medo de ter uma raivinha,penso logo que meu coraçao vai pular ou parar de bater,e detalhe…. só durmo de papo pra baixo,e me mexendo dos pés a cabeça pra ñ sentir o coraçao batendo,e ás vezes me dá uma tristeza sem explicação,uma vontade de nao viver mais,oque é isso me ajudemmm por favor

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  4. kenia diz:

    Boa Noite !

    Encontrei este blog, tenho síndrome do pânico desde 2007, fiz um tratamento com psquiatra e psicoteraeuta durante 2 anos, pensei estar bem, tinha deixado de tomar os remédios este ano , e resolvi tomar a atitude de conhecer são paulo, faz 15 dias, e tive uma crise e tudo voltou novamente.

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  5. MARLI diz:

    OI depois da morte de um filho de uma amiga e a volta de uma chefia em meu trabalho, juntando com inicio de uma faculdade, comecei a sentir coisas estranhas, como falta de ar, boca seca e pertubação no sono, acordar achando q está morrendo sem ar… coisa estranha e horrível e com isso a pressão arterial acaba subindo muito. depois de 2 meses só com calmante natural durmo bem… mas n sei o q fazer com esse frio que sinto dentro do peito, a medica q consultei falou q era distúrbio da ansiedade … gostaria de saber como relaxar , alguns exercício para ajudar a melhorar esse sintoma, fui encaminhada ao psiquiatra, mais ainda n fui

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  6. by claudio chs diz:

    Medo…

    Vontade de dar um grito,
    ou calar-se para sempre
    De ficar parado, ou correr
    De não ter existido
    ou deixar de existir (morrer)
    Não há razão quando a mente não funciona
    (redundante, não?)
    Vão extinguindo-se as questões
    mesmo sem respostas
    Perde-se, neste estágio,
    a vontade de saber.
    O futuro é como o presente:
    É coisa nenhuma, é lugar nenhum.
    Morreu a curiosidade
    Morreu o sabor
    Morreu o paladar
    parece que a vida está vencida
    Tenho medo de não ter mais medo.
    Queria encontrar minhas convicções…
    Deus está em um lugar firme, inabalável,
    não pode ser tocado pela nossa falta de confiança
    Até porque, na verdade, confio nele
    O problema é que já não confio em mim mesmo
    Não existe equilíbrio para mentes sem governo
    A química disfarça, retarda a degradação
    mas não cura a mente completamente
    E não existem, em Deus, obrigações:
    já nos deu a vida, o que não é pouco,
    a chuva, o ar, os dias e noites
    Curar está nele, mas, apenas retardaria a morte
    já que seremos vencidos pelo tempo
    (este é o destino dos homens)
    e seremos ceifados num dia que não sabemos
    num instante que mira nossa vida
    e corre rápido ao nosso encontro lentamente
    (ou rasteja lento ao nosso encontro rapidamente?)
    Sei lá…
    Mas não sei se quero estar aqui
    para assistir o meu fim
    Queria estar enclausurado, escondido…
    As amizades que restam vão se extinguindo
    e os que insistem na proximidade
    são os mesmos que insistirão na distância,
    o máximo de distância possível.
    A vida continua o seu ciclo
    É necessário bom senso
    não caia uma árvore velha, podre, sobre as que ainda estão nascendo.
    Os que querem morrer deixem em paz os que vão vivendo
    Os que querem viver deixem em paz os que vão morrendo
    Eu disse bom senso?
    Ora, em estado de pânico não se encontra bom senso
    nem princípios, nem razão, nem discernimento,
    nem força alguma
    Torna-se um alvo fácil
    condenável pelos que estão em são juízo
    E questionam: onde está sua fé?
    e respondo: ela estava aqui agora mesmo…
    ela não se extingui, mas parece que as vezes se esconde de mim…
    o problema é que, quando a mente está sem governo
    (falo de um homem enfermo)
    é como um caminhão que perde o freio
    descendo a serra do mar…
    perde-se o contato com a fé e com tudo o que há…
    e por alguns instantes (angustiantes)
    não encontramos apoio, nem arrimo, nem chão, nem parede, nem mão…
    ah… quem dera, quem dera…
    que a mão de Deus me sustente neste instante…
    em que viver é tão ou mais difícil que conjulgar todos os verbos…
    porque sou, neste momento
    a pessoa menos confiável para cuidar de mim mesmo…
    tenho medo, medo…
    medo de perder o medo
    de sair da vida pela porta de saída…
    medo de perder o medo
    de apertar o botão “Desliga”…

    .

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  7. Fátima Ribeiro diz:

    Boa Noite, Mariana.

    Acabei de ler o texto Síndrome do Pânico, e algo me chamou atenção.Já faz uns cinco anos que desenvolvir uma fobia em dirigir, devido eu ter vivido momentos dificies com uma pessoa da família que sofreu um acidente de moto,a partir daí eu fui desenvolvendo um medo, até chegar ao ponto que esse medo me dominou, necessito urgentemente voltar a dirigir mas não consigo me livrar desta situação. Pelo menos já criei coragem para fazer um tratamento, agendei uma consulta com a psicológa.Eu pergunto a vc será que isso é síndrome do pânico?

    Responder

  8. patricia paula diz:

    olá,estou aki por causa da sind.do pânico,ja faz 4 anos que sofro com isso e para mim ta muito dificil,e pra completar estou com depressão,não sei mais o que fazer,será que um dia ficarei curada?

    Responder

  9. Gislaine Angelo diz:

    olá já tive sindrome do panico muito tempo tom remedio controlado ja faz 7 anos e não sinto mais nada mas tenho uma coisa que não sei se vou perder tenho vontade de ficar gravida e tenho muito medo não sei como explicar acho que preciso de terapeuta???

    Responder

  10. monica diz:

    ha uns tres meses tenho tido sensaçoes estranhas batedeira no coraçao tremedeira calores e fico morrendo de medo de ter um infarto mas ja fui ao cadiologista fiz varios exames mas nao deu nada .geralmente estas crises duram uns 15 minutos sera que eu tenho sindrome do panico?

    Responder

    • Mariana Fulfaro diz:

      Olá, Monica!

      Se você ficou insegura com o diagnóstico desse profissional, sugiro que consulte outro.

      Já para saber se tem síndrome de pânico, procure um psicólogo ou médico psiquiatra, eles te ajudarão!

      Responder

  11. Shyrlene Torres diz:

    Bom Dia querida adorei entrar no e-mail e ver seu recadinho.
    Um super abraço e um ótimo domingo p/ você. Bjos!

    Responder

  12. Shyrlene Torres diz:

    Olá Mariana, boa tarde. Gostei muito do vídeo e também da matéria.
    Resolvi fazer vestibular para Terapia Ocupacional e passei.
    Antes eu era Instrutora de Informática, tinha um aluno com Síndrome de Dawm. Foi quando me apeguei a ele por uns 10 meses,quando finalizava o curso básico de informática, comigo ele aprendeu Digitção Eletrônica, Windows, Word, Excel, Power Point e Access.É muito inteligente esta criança em 2008 tinha 14 anos.Onde ele tinha minha atenção especial.
    Fico Feliz em tê – lo ajudado e ser reconecida no bairro onde eu ensinava. Hoje sou Assistente Administrativa e logo serei uma Terapeuta Ocupacional, com a Graça de DEUS.AMÉM

    Responder

  13. carina castro diz:

    pra mim a vida tem sido meio complicada,cuido de várias crianças todos os dias,pois sou babá.além das dividas rotineiras,vivo em casa todos os dias e não saio nem final de semana.agora pq não consigo mesmo,me sinto mau na rua,estou deixando de ir á festas,passeios,lidar com as pessoas e me divertir,tudo pq adquiri essa sindrome.estou perdida,precisando de ajuda e sem tratamento depois q perdi tudo em minha vida,sentimentalmente e fiannceiramente.logo eu q sempre fui uma pessoa animada e bladeira,hj vivo aprisionada em mim mesma.

    Responder

  14. Larissa diz:

    Desculpe escrevi um recado e percebi alguns erros agora e não tenho 03 anos mais sim 13 anos. Se puder me responder escreva se me desculpa pelos erros do primeiro recado.

    Responder

  15. Larissa diz:

    Oi, Marina obriga pelas dicas tenho 03 anos e sou muito estressada, nervosa estou aprendendo a lidar com o nervoso ou melhor comigo mesmo. Além das suas dica tenho a ajuda de uma amiga que é terapeuta ocupacional. Espero que um dia coloque dicas sobre nervoso e ansiedade. Agradeço desde já.

    Responder

  16. Marina diz:

    Provavelmente você já passou por isso pra saber o quanto é ruim. Tenho crises exatamento quando estou passo por um estresse muito grande ou vivencio um momento desconfortável.

    Descobri essa doença recentemente. Sou acompanhada por um psiquiatra e estou a procura de um psicologo. Tomo remédios e vejo que ainda dependo deles.

    Vou fazer o teste que você propos, achei bastante interessante sua matéria. Parabéns.

    Responder

  17. Erika diz:

    Oi Mariana,

    Muito interessante suas matérias.Parabéns!
    Vou iniciar com uma paciente que está com Síndrome do Panico.Você tem algumas dicas para passar para mim?

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  18. tarciano sampaio santos diz:

    adorei essas informações tenho uma irmã que estar com sindrome do pânico gostaria muito de poder ajuda-la.

    Responder

  19. Danielle diz:

    gostaria de está recebendo algumas dicas de como ajudar (atividades)q possam tá ajudando um paciente com sindrome d panico

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  20. Marcos Airosa diz:

    Desculpe-me, publiquei este artigo no blog http://www.psicologiabipolaridade.blogspot.com ( Um pouco de psicologia – No momento estou por esta situação, é terrivel.

    Um abraço marcos airosa http://www.dihitt.com.br/marcosairosa

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  21. sueili diz:

    Sueili-junho24,2010
    Mariana foi muito bom le alguns textos seus principalmente sindrome do panico trabalho com saude mental e uma realidade estou fazendo pos-graduacao emsaude mental e atencao pscossocial

    responder este contato

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  22. Ana Leite diz:

    Pois é, Mari. Equilíbrio é a palavra-chava para um monte de coisa na vida. Quanto a Sínd. do Pânico, ela com certeza tem consequências sérias na qualidade de vida. Quem tem esses sintomas não pode associá-los a “frescuras”, tem que procurar um médico e se tratar. Apesar dos sintomas não serem “racionalmente explicáveis”, eles existem. Bom post! =)

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