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	<title>Comentários sobre: Problemas familiares e os profissionais da saúde</title>
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	<description>Terapeuta ocupacional que conta histórias de seus pacientes e dá dicas de saúde</description>
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		<title>Por: Lucia</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-319</link>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 23:07:46 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é Mariana e Renata e Clenes estou me sentindo exatamente assim,
por não ter tido filhos cuidei de meus pais com doenças prolongadas e agora não localizo um abrigo como moradia para minimizar a exclusão, se souberem me encaminhar para alguma proposta de abrigo eu agradeceria, a hipotese de carma não me convence pois sempre amei a benignidade e procurei atender a todos que necesssitavam de algo a meu alcance</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é Mariana e Renata e Clenes estou me sentindo exatamente assim,<br />
por não ter tido filhos cuidei de meus pais com doenças prolongadas e agora não localizo um abrigo como moradia para minimizar a exclusão, se souberem me encaminhar para alguma proposta de abrigo eu agradeceria, a hipotese de carma não me convence pois sempre amei a benignidade e procurei atender a todos que necesssitavam de algo a meu alcance</p>
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		<title>Por: clenes socorro costa ferreira</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-311</link>
		<dc:creator>clenes socorro costa ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 02:51:12 +0000</pubDate>
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		<description>Mariana, estou pesquisando sobre idosos abandonados por seus familiares para o meu tcc do curso de ciências sociais, e cada vez que leio um artigo sobre essa pratica de abandono ou tenho contato direto com essas pessoas que na maioria das vezes  são verdadeiros farrapos hgumanos excluídos da sociedade e do convívio social familiar, mais, me impressiono com a capacidade do ser humano  de descartar seus idosos, como se fossem  mercadorias com prazo de validade vencido, sem nenhuma utilidade, neste mundo capitalista em que vivemos, globalizado, informatizado, e nada  tradicional.
Como disse a Renata, o que podemos fazer por esses idosos  rejeitados e abandonados por suas famílias e pela sociedade, é tornar seus dias mais fácies, menos dolorosos, e mais felizes, a final não podemos julgá-los , pois se no passado erram com seus filhos, foi tentando acertar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mariana, estou pesquisando sobre idosos abandonados por seus familiares para o meu tcc do curso de ciências sociais, e cada vez que leio um artigo sobre essa pratica de abandono ou tenho contato direto com essas pessoas que na maioria das vezes  são verdadeiros farrapos hgumanos excluídos da sociedade e do convívio social familiar, mais, me impressiono com a capacidade do ser humano  de descartar seus idosos, como se fossem  mercadorias com prazo de validade vencido, sem nenhuma utilidade, neste mundo capitalista em que vivemos, globalizado, informatizado, e nada  tradicional.<br />
Como disse a Renata, o que podemos fazer por esses idosos  rejeitados e abandonados por suas famílias e pela sociedade, é tornar seus dias mais fácies, menos dolorosos, e mais felizes, a final não podemos julgá-los , pois se no passado erram com seus filhos, foi tentando acertar.</p>
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		<title>Por: Natan C Moraes</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-293</link>
		<dc:creator>Natan C Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 21:55:07 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei da notícia. Quer melhorar mais ainda seu tráfego?
Conheça os serviços gratuitos do Megge.tk
Passa lá e veja nos links.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei da notícia. Quer melhorar mais ainda seu tráfego?<br />
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	<item>
		<title>Por: Márcia Rezek</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-259</link>
		<dc:creator>Márcia Rezek</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 03:24:53 +0000</pubDate>
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		<description>Verdadeiramente as relações sociais e familiares são muito complexas de se entenderem visto que, acontecem embuídas em mecanismos próprios que podem fortalecer ou não os vínculos afetivos e relacionais, sobretudo no caso de crianças de 0 a 6 anos e idosos. Daí estou de pleno acordo quando é ressaltado a importância de utilizarmos os preceitos legais estabelecidos no ECA e no Estatuto do Idoso. 
Bjs
Márcia Rezek</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Verdadeiramente as relações sociais e familiares são muito complexas de se entenderem visto que, acontecem embuídas em mecanismos próprios que podem fortalecer ou não os vínculos afetivos e relacionais, sobretudo no caso de crianças de 0 a 6 anos e idosos. Daí estou de pleno acordo quando é ressaltado a importância de utilizarmos os preceitos legais estabelecidos no ECA e no Estatuto do Idoso.<br />
Bjs<br />
Márcia Rezek</p>
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	<item>
		<title>Por: Mariana Fulfaro</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-132</link>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 14:21:39 +0000</pubDate>
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		<description>Mais uma vez concordo com você. Não podemos pular temas.

Acho que essas duas histórias se aproximam muito com relação ao sofrimento e ao abandono, nos dois casos podemos inclusive lançar mão de instrumentos legais, como o Estatuto da Criança e o Estatuto do Idoso.

Bjus

P.S.: Estou lendo esse livro da Ecléa Bosi! rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez concordo com você. Não podemos pular temas.</p>
<p>Acho que essas duas histórias se aproximam muito com relação ao sofrimento e ao abandono, nos dois casos podemos inclusive lançar mão de instrumentos legais, como o Estatuto da Criança e o Estatuto do Idoso.</p>
<p>Bjus</p>
<p>P.S.: Estou lendo esse livro da Ecléa Bosi! rs</p>
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	<item>
		<title>Por: Camila Tardelli</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-127</link>
		<dc:creator>Camila Tardelli</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 03:38:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ps. Eu disse que não dá pra &quot;pular temas&quot; porque na vida, em várias outras situações, os alunos se deparam com essas temáticas. Por isso os professores não podem fugir, mas devem encará-las e ter consciência (e delicadeza) no seu trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ps. Eu disse que não dá pra &#8220;pular temas&#8221; porque na vida, em várias outras situações, os alunos se deparam com essas temáticas. Por isso os professores não podem fugir, mas devem encará-las e ter consciência (e delicadeza) no seu trabalho.</p>
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	<item>
		<title>Por: Camila Tardelli</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-126</link>
		<dc:creator>Camila Tardelli</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 03:34:05 +0000</pubDate>
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		<description>Ai, Mari. Te entendo. Mas às vezes fico doidinha com algumas situações...

No começo do ano eu trabalhei o tema de memória familiar com uma turminha. Na primeira parte do trabalho, os alunos visitaram asilos e entrevistaram idosos, depois de termos algumas aulas sobre o tema (memória). Li para eles a história de Seu Ariosto, um senhorzinho que nasceu no começo do século XX, na cidade de São Paulo. História de vida que foi regristrada pela Ecléa Bosi no livro &quot;Memória e Sociedade - Lembranças de Velhos&quot;. Depois, eles leram o livro &quot;Velhos Amigos&quot; (que é de literatura juvenil, elaborado pela mesma autora). Então, fizeram entrevistas com os pais e demais parentes e escreveram um &#039;livro&#039;, contando a história da família (histórias dos bisavós, avós, pais, tios, irmãos...). Falaram sobre gostos, costumes, perdas, alegrias, medos, mudanças etc. etc. Os trabalhos ficaram lindos. No entanto, um aluno não fez o trabalho. Me disse que a história dele era uma desgraça. Fiquei apreensiva. Ele me entregou um textinho curto, no último dia de aula do trimestre, contando que a mãe casou e foi morar em outro país e teve outro filho lá. Quando li, fui conversar com a coordenadora, que me contou que era verdade, a mãe casou, o marido não quis o filho que ela teve antes, e ela se foi. O pai do menino não quis ficar com ele e ele fica uma parte do tempo com uma avó e depois com outra. Pode? Pra mim foi difícil não julgar. O sofrimento do meu aluno (e a minha demora para descobrir que o tema o agredia muito) me magoou bastante. Histórias de alunos me ferem... Mas aos poucos a gente vai percebendo qual é o limite, até onde podemos ir, ajudar, qual é o nosso papel como profissional. Aprendi de que maneira devo abordar alguns temas em sala de aula. Não dá para pular temas, tirar do calendário, por exemplo, o dia das mães, porque alguns alunos não têm mãe...

Nesse episósio que contei, depois de alguns dias fiquei mais calma, mas confesso que na hora eu pensei: que mãe é essa? E fiquei muito chateada...

Imagino que com você seja um pouco parecido... A gente sempre acaba se envolvendo com as pessoas... Trabalhar com gente é assim. E é por isso mesmo que escolhemos esse trabalho, eu acho.

Um beijo e um abraço apertado

Cá</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ai, Mari. Te entendo. Mas às vezes fico doidinha com algumas situações&#8230;</p>
<p>No começo do ano eu trabalhei o tema de memória familiar com uma turminha. Na primeira parte do trabalho, os alunos visitaram asilos e entrevistaram idosos, depois de termos algumas aulas sobre o tema (memória). Li para eles a história de Seu Ariosto, um senhorzinho que nasceu no começo do século XX, na cidade de São Paulo. História de vida que foi regristrada pela Ecléa Bosi no livro &#8220;Memória e Sociedade &#8211; Lembranças de Velhos&#8221;. Depois, eles leram o livro &#8220;Velhos Amigos&#8221; (que é de literatura juvenil, elaborado pela mesma autora). Então, fizeram entrevistas com os pais e demais parentes e escreveram um &#8216;livro&#8217;, contando a história da família (histórias dos bisavós, avós, pais, tios, irmãos&#8230;). Falaram sobre gostos, costumes, perdas, alegrias, medos, mudanças etc. etc. Os trabalhos ficaram lindos. No entanto, um aluno não fez o trabalho. Me disse que a história dele era uma desgraça. Fiquei apreensiva. Ele me entregou um textinho curto, no último dia de aula do trimestre, contando que a mãe casou e foi morar em outro país e teve outro filho lá. Quando li, fui conversar com a coordenadora, que me contou que era verdade, a mãe casou, o marido não quis o filho que ela teve antes, e ela se foi. O pai do menino não quis ficar com ele e ele fica uma parte do tempo com uma avó e depois com outra. Pode? Pra mim foi difícil não julgar. O sofrimento do meu aluno (e a minha demora para descobrir que o tema o agredia muito) me magoou bastante. Histórias de alunos me ferem&#8230; Mas aos poucos a gente vai percebendo qual é o limite, até onde podemos ir, ajudar, qual é o nosso papel como profissional. Aprendi de que maneira devo abordar alguns temas em sala de aula. Não dá para pular temas, tirar do calendário, por exemplo, o dia das mães, porque alguns alunos não têm mãe&#8230;</p>
<p>Nesse episósio que contei, depois de alguns dias fiquei mais calma, mas confesso que na hora eu pensei: que mãe é essa? E fiquei muito chateada&#8230;</p>
<p>Imagino que com você seja um pouco parecido&#8230; A gente sempre acaba se envolvendo com as pessoas&#8230; Trabalhar com gente é assim. E é por isso mesmo que escolhemos esse trabalho, eu acho.</p>
<p>Um beijo e um abraço apertado</p>
<p>Cá</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruna V. Baviera</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-107</link>
		<dc:creator>Bruna V. Baviera</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 01:49:22 +0000</pubDate>
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		<description>Partilho da angústia vivida por você Mari, por trabalharmos no mesmo ambiente e por ter acompanhado seus atendimentos com Dona Mitiko...confesso que também me afeiçoei a essa senhora, que cheia de simpatia me conquistou no dia em que a vi segurando a colher e comendo sozinha com expressão de orgulho.
Nós que lutamos tanto para dar o melhor para os nossos pacientes, sempre ficamos indignadas ao ver o descaso dos familiares - que teoricamente são os que devem estar mais próximos do paciente nos momentos angustiantes da internação.
Concordo com o que você diz: não devemos julgar a família, pois não sabemos o que se passa no dia-a-dia deles.
Cabe a nós, profissionais de saúde, lidar com a frustação e com os nossos limites e fazer o possível para melhorar a qualidade de seus últimos anos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Partilho da angústia vivida por você Mari, por trabalharmos no mesmo ambiente e por ter acompanhado seus atendimentos com Dona Mitiko&#8230;confesso que também me afeiçoei a essa senhora, que cheia de simpatia me conquistou no dia em que a vi segurando a colher e comendo sozinha com expressão de orgulho.<br />
Nós que lutamos tanto para dar o melhor para os nossos pacientes, sempre ficamos indignadas ao ver o descaso dos familiares &#8211; que teoricamente são os que devem estar mais próximos do paciente nos momentos angustiantes da internação.<br />
Concordo com o que você diz: não devemos julgar a família, pois não sabemos o que se passa no dia-a-dia deles.<br />
Cabe a nós, profissionais de saúde, lidar com a frustação e com os nossos limites e fazer o possível para melhorar a qualidade de seus últimos anos&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Renata Pinheiro</title>
		<link>http://www.marianaterapeutaocupacional.com/problemas-familiares-e-os-profissionais-da-saude/comment-page-1/#comment-106</link>
		<dc:creator>Renata Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 00:00:35 +0000</pubDate>
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		<description>Mariana, há alguns anos, atendi duas pacientes em um asilo. Eu sentia bastante principalmente por causa de uma das senhoras, praticamente abandonada pela família, raramente iam vê-la. Não conseguia entender como deixavam pais ou avós assim - amo minha família e não acredito que conseguiria colocá-los em um asilo. Sempre que ia até lá, chegava em casa triste por isso, me sentia muito mal. Até que conversei bastante com minha mãe, e ela me falava o mesmo que você comentou. Não dá pra julgar as atitudes de uma família que você não conhecer, porque você não tem como saber tudo o que aconteceu. Minha mãe falava: &quot;Você sabe se ela batia muito nos filhos? Se ela era atenciosa com eles? Se ela também não os abandonou?&quot;
A partir disso, por mais que continuasse sendo difícil vê-las sozinhas, aprendi a não julgar e fazer por elas o que podia: dar o melhor atendimento que eu conseguisse e, assim, levar um pouco mais de conforto para elas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mariana, há alguns anos, atendi duas pacientes em um asilo. Eu sentia bastante principalmente por causa de uma das senhoras, praticamente abandonada pela família, raramente iam vê-la. Não conseguia entender como deixavam pais ou avós assim &#8211; amo minha família e não acredito que conseguiria colocá-los em um asilo. Sempre que ia até lá, chegava em casa triste por isso, me sentia muito mal. Até que conversei bastante com minha mãe, e ela me falava o mesmo que você comentou. Não dá pra julgar as atitudes de uma família que você não conhecer, porque você não tem como saber tudo o que aconteceu. Minha mãe falava: &#8220;Você sabe se ela batia muito nos filhos? Se ela era atenciosa com eles? Se ela também não os abandonou?&#8221;<br />
A partir disso, por mais que continuasse sendo difícil vê-las sozinhas, aprendi a não julgar e fazer por elas o que podia: dar o melhor atendimento que eu conseguisse e, assim, levar um pouco mais de conforto para elas.</p>
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