A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
PPara divulgar um pouco a doença de Alzheimer, eu não poderia deixar de escrever sobre ela no
Para lançar a minha coluna no Jornal do Marapé (jornal da cidade de Santos, litoral de São Paulo) fiquei pensando no quanto o Alzheimer está presente nas listas de doenças temidas e no quanto a terapia ocupacional pode ajudar.
Por isso esse foi o tema que escolhi para o meu primeiro artigo, texto que vocês podem conferir abaixo!
A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para o doente quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
26/01/2012 em 4:43 pm
Boa Tarde tenho 50 anos sou uma pessoa muito esquecida principalmente com nome de pessoas , as vezes estou dirigindo
perco o sentido de direção ,quando estou conversando com uma pessoa esqueço o que to falando,quando vou fazer algo fisico e estou pensando em alguma outra coisa a preferencia é para o que estou pensando ai passo direto.
Estou preocupado , qual especialista devo procurar.
Obrigado!
27/01/2012 em 8:18 pm
Olá, José!
Sugiro que procure um neurologista!
06/11/2011 em 8:15 pm
Reconheço que acho seu blog excelente, pois seus posts são sempre muito bem escritos. Carecia mesmo conhecer mais sobre isso e você produziu uma grande fonte de informações aqui. Permaneça com o grande trabalho na elaboração desse blog!
16/11/2011 em 2:55 pm
27/10/2011 em 10:42 pm
BOA NOITE, GOSTARIA DE SABER MAS SOBRE ESSA DOENCA E COMO POSSO CUIDAR DE UMA PESSOA NO RIO EM COPACABANA COM O SUPORTE DO PESSOAL PROFISSIONA.
22/10/2011 em 12:17 am
olá doutora mariana fulfaro já estou com meu pai na fase intermediaria da
doença ele faz neurofisioterapia três vezez por semana mais não vejo melhora gostaria de saber se ele já está precisado de uma terapia ocupacional bem ou uma neuropsicologia.
agradeço pela sua coluna de informações . aguardo repostas.
16/11/2011 em 3:12 pm
Olá, Syrleide!
O trabalho de terapia ocupacional com pessoas que tem Alzheimer é importantíssimo. Sugiro que solicite uma avaliação desse profissional para seu pai>
Abraço,
Mariana
31/08/2011 em 8:22 pm
Mariana, por favor, O que significa Terapia Ocupacional?
Será que pelo SUDS,eu consigo?
Como funciona ?
Vou deixar meu e_mail meirinha@msn.com
Muito obrigada, Abraços.
31/08/2011 em 8:16 pm
Boa Noite Mariana.
Sou filha adotiva de uma senhora que me criou desde 8 meses de vida.
Hj ela nao esta mais aqui, cuidei dela, desde 2000, ate 2010.
Ela sofria Alz e eu sendo filha única, nao tinha quem me ajudasse nesta batalha.
Hj estou com 50 anos,mas me sinto deprimida e muito esquecida, esqueço panela no fogo e nao tenho muita concentraçao, mas adoro ler e escrever, sera que devo começar um tratamento urgente?
Estive no Clinico Geral ante ontem e ele considera que meu quadro seja apenas depressão ja que perdi minha Mae a um ano e dois meses apenas.
Aguardo respostas, muito obrigada,
30/11/2010 em 4:59 pm
O Alzheimer é uma doença que causa medo a quem vivencia do início ao fim,porem eu sempre digo que tem que ter amor por parte da família com o paciente,medicamento que estimule o cerebro, e atividades cognitivas e motoras acompanhadas pelo terapeuta,esta é a fórmula para que se mantenha uma interação longa,é claro em um ambiente tranquilo cheio de amor e,longe dos problemas.
06/09/2010 em 2:48 pm
Olá Mariana!
Eu estava lendo sua coluna de Doença de Alzheimer, ai eu li a parte do “pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está”
Tipo, a minha avó paterna tinha Doença de Alzheimer, e esses pequenos esquecimentos acontecem comigo quase que frequentemente.
Eu devo me preocupar!?Se sim, isso iria afetar se eu tentasse seguir a carreira de Terapeuta Ocupacional?
Muito obrigado, um abraço
19/09/2010 em 7:44 pm
Ter pequenos lapsos de memória não significa necessariamente que você tem ou pode ter Alzheimer.
E se tiver vontade, faça terapia ocupacional, sim! A profissão é maravilhosa! rs
15/06/2010 em 12:05 pm
Infelizmente tudo relaciona ao Alzheimer ainda é um enorme mistério.
Cada pessoa tem sintomas diferenciados e/ou com intensidades as mais variadas.
Um abraço.
Drauzio Milagres
21/06/2010 em 10:48 am
É verdade, Drauzio… Ainda bem que os pesquisadores estão aí estudando e procurando desvendar esses mistérios!
10/06/2010 em 7:00 pm
Muito bom, Mari! Parabéns pela coluna e saudade de “ler vc”. kkkk