Sempre me questiono sobre o quanto cada um consegue se doar de verdade para uma pessoa. Estar alí, apoiando para o que der e vier.
Acredito que a hora em que as pessoas ficam mais fragilizadas e precisam desse suporte é quando alguma doença está em jogo. Aqui mesmo no blog temos algumas histórias falando desses momentos, como no post “Gerações de abandono” e no “Abandono e a doença de Alzheimer“.
O vídeo abaixo fala um pouco sobre isso, do suporte que podemos dar a alguém que amamos. Ele é bem curtinho e não tem falas, mas é emocionante!
P.S.: Preciso avisá-los que em todas as vezes em que assisti esse vídeo fiquei com um mega nó na garganta…
Todo final de ano é regra fazer planos para o ano seguinte, como passar no vestibular, comprar um carro novo, fazer uma viagem ou mudar de emprego. Mas será que é regra também fazer um balanço de como a vida está e o que é possível melhorar?
Ninguém segura o tempo e todos os seres vivos um dia vão morrer, essa é a única certeza da vida. Sei que é fácil falar, muitos dirão, mas faça um balanço da sua vida e tente acertar coisas que estão fora do eixo.
Após assistir ao vídeo abaixo fiquei pensando que a felicidade é o que nos mantêm vivos.
A Terapia ocupacional é uma profissão que trabalha em prol da inclusão das pessoas. Uma de suas tarefas é treinar a utilização de novas tecnologias, como ensinar um tetraplégico a usar um computador, fazer adaptações em cadeiras de rodas e mudanças ambientais, como as feitas para a prevenção de quedas ou otimização do uso do espaço.
Nas andanças pela internet vi um vídeo bem legal que ilustra um pouco isso.
Ele foi feito no ano passado em comemoração ao Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, 3 de dezembro, e mostra um grupo de bolinhas e um quadradinho brincando juntos. Tudo está bem até que eles resolvem usar um brinquedo que possui uma porta redonda, por onde só passa as bolinhas. O que acontece depois? Assistam ao vídeo e vejam.
Está em espanhol, mas a animação fala por si e dá para entender a mensagem.
Muitos de vocês sabem como é desgastante cuidar de quem se ama, e ver dia-a-dia essa pessoa piorar e não saber ao certo o que fazer.
A angústia passa a fazer parte do dia-a-dia, como quando sentimos vontade de sair para nos divertir, quando não queremos trocar aquela fralda suja, quando sentimos vontade de comer aquela comidinha gostosa da mãe e ela não sabe mais prepará-la, ou quando perdemos a paciência e soltamos um xingo. Essa é a pior de todas as situações.
Mas cuidar de alguém não é fácil, e muitas vezes ficamos cansados, sim!
Para ilustrar um pouco esse estresse eu trouxe um vídeo. Acho que já deu para perceber que adoro vídeos, né? rs Espero que gostem!
Todos os dias preciso pensar em exercícios para meus pacientes idosos com falta de atenção. Para quem já tem muitos quilômetros rodados, um pequeno acidente pode trazer consequências bem diferentes do que para uma criança.
A diferença não está no tipo de acidente, mas em como o corpo está preparado para aguentar o estrago. Quando uma criança cai e quebra a perna, é só passar um tempo engessada e pronto. Seu corpo se recupera a todo vapor.
No idoso, o corpo já é outro. Com o envelhecimento, a cicatrização fica lenta, a elasticidade da pele já não é mais a mesma e o número de vasos sanguíneos diminui. Precisa ter cuidado, né?
Mas disse tudo isso, pois no corre-corre diário muita coisa passa batida, como o porteiro que não é cumprimentado, os amigos que não recebem bom dia e a lista do supermercado que sempre fica desfalcada. Será que você também passa por essas situações?
A doença de Alzheimer começa a se mostrar com pequenos esquecimentos, evoluindo até a pessoa não conseguir mais sair da cama, o que em alguns casos pode levar até 20 anos para acontecer.
Na fase inicial, os idosos começam a ter perda de memória e, frequentemente, esquecem a comida no fogo, onde deixaram as chaves, a carteira e outros objetos pessoais. Além disso, aparecem sinais da dificuldade em reconhecer amigos, pessoas da família e lugares conhecidos.
Já na fase intermediária, a perda de memória é mais evidente, a capacidade de decisão fica alterada e, na maioria dos casos, a pessoa não percebe essas mudanças. Nesse momento, revelam-se também alguns outros sintomas, como dificuldade em nomear e identificar objetos, sons e formas, e problemas para fazer movimentos precisos – como copiar um desenho. A desorientação, tanto de espaço quanto de tempo, torna-se um risco, pois o idoso pode se perder facilmente na rua.
A grande maioria das pessoas precisa cumprir metas no trabalho, independente da profissão.
As atividades variam: escrever textos, atender pacientes, soldar canos, fazer limpeza, etc. Mas todas tem em comum a pressão para cumprir metas, seja do chefe ou de nós mesmos.
O problema surge quando as exigências são maiores do que as que o nosso corpo suporta e, simplesmente, não podemos parar. Afinal, no fim do mês o aluguel estará lá.
A animação abaixo mostra os resultados da sobrecarga de trabalho no nosso corpo, e sua reação em cadeia. Será que podemos ter controle sobre o quanto trabalhamos? Trabalhamos para viver ou vivemos para trabalhar?
Depois do almoço – bem na hora daquela embriaguez de sono – ou quando você está terminando algo importante, sempre vem alguém chamar a sua atenção com relação à postura no computador. Ah, e todos têm uma história de algum parente, do vizinho ou do papagaio para justificar o pitaco.
Das duas uma: ou você se arruma rapidinho e pensa que deveria sentar direito, ou manda um sorriso amarelado e pensa “ai que saco, bem agora!”.
É comum as pessoas bem-intencionadas reproduzirem tudo o que ouvem a respeito de saúde. Acho, sinceramente, que não há nenhum mal nisso. O problema é que nem sempre essas informações são confiáveis.
Eu gostaria de propôr um exercício para falar um pouquinho da doença de Alzheimer. Pense na sua avó. Lembre-se de todos os lanches e doces gostosos que ela fez para você, das vezes em que você ia dormir na casa dela e ela deixou a cama arrumadinha e cheirosa, das vezes em que você a encontrava e ganhava aquele abraço apertado que parecia que seus ossos iam quebrar, e logo em seguida vinham os beijos e mordidas na bochecha. Lembrou? Sensação boa, né?
Em todo território nacional encontramos serviços gratuitos de saúde mental que oferecem atendimento com equipe de reabilitação completa, com terapeutas ocupacionais, psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros.
18/01/2010
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