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	<title>Mariana Fulfaro Terapeuta Ocupacional &#187; Terapia Ocupacional</title>
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	<description>Terapia Ocupacional traz de volta a vida</description>
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		<title>Entrevista para a revista Olhar em Construção</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 18:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mariana na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ergonomia]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[A segurança de quem trabalha na construção civil é assunto sério, pois essa é uma das áreas em que os trabalhadores mais se acidentam. A falta de qualificação profissional e de equipamentos de proteção individual, as elevadas cargas horárias de trabalho e a falta de investimento por parte das empresas contribuem para que acidentes ocorram. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança de quem trabalha na construção civil é assunto sério, pois essa é uma das áreas em que os trabalhadores mais se acidentam.</p>
<p>A falta de qualificação profissional e de equipamentos de proteção individual, as elevadas cargas horárias de trabalho e a falta de investimento por parte das empresas contribuem para que acidentes ocorram.</p>
<p>Dependendo do acidente o funcionário pode sofrer amputação de alguma parte de seu corpo, perder algum movimento ou até mesmo morrer. Mas independente da lesão, essa pessoa pode desenvolver problemas de ordem mental, como depressão, dificuldade em se relacionar e medo de voltar ao trabalho ou para outras atividades de sua rotina.</p>
<p><span id="more-2459"></span></p>
<p>Para que o número de acidentes de trabalho caia é necessário investimento tanto do Estado e dos sindicatos quanto das empresas.<img class="alignright size-medium wp-image-2460" title="Revista Olhar em Construção" src="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2011/11/Revista-Olhar-em-Construção-229x300.jpg" alt="" width="229" height="300" /></p>
<p>As empresas devem oferecer condições seguras de trabalho, investir no treinamento de seus funcionários, regulamentar a situação trabalhista deles, fiscalizar o canteiro de obras e adquirir máquinas modernas. Incentivar o trabalho da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) com a compra de materiais e fazendo as mudanças sugeridas pelo órgão também é um grande aliado na prevenção de acidentes.</p>
<p>Os funcionários por sua vez devem usar todos os equipamentos de proteção individual necessários e cobrar quando houver falta de algum deles, além de manter a organização no canteiro de obras. O uso do álcool durante o turno de trabalho também deve ser evitado.</p>
<p>Para ajudar nesse debate, fui convidada para dar uma entrevista para a revista Olhar em Construção. <a title="Entrevista para a revista Olhar em Construção" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2011/11/Entrevista%20terapeuta%20ocupacional%20mariana%20fulfaro%20revista%20olhar%20em%20construcao.pdf">O texto na íntegra está aqui, a partir da página 20. É só clicar</a>! <img src='http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Com a Copa e o boom de construções no país, precisamos olhar com maior atenção para a segurança desses trabalhadores.</p>
<pre></pre>
<pre></pre>
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		<title>Dia do Terapeuta Ocupacional: entrevista para a Universidade Feevale</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 12:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mariana na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, 13 de outubro é comemorado o dia do Terapeuta Ocupacional. E nesse ano, fui convidada pela rádio da Universidade Feevale, ABC 900 AM, para falar sobre a profissão e esclarecer dúvidas sobre o dia-a-dia desse profissional. Fiquei super feliz com o convite, afinal não é todo dia que sou entrevistada por uma rádio do Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, 13 de outubro é comemorado o dia do Terapeuta Ocupacional. E nesse ano, fui convidada pela rádio da <a title="Universidade Feevale" href="http://www.feevale.br/internas/default.asp?intIdSecao=268&amp;intIdConteudo=1375" target="_blank">Universidade Feevale</a>, ABC 900 AM, para falar sobre a profissão e esclarecer dúvidas sobre o dia-a-dia desse<img class="alignright size-thumbnail wp-image-2452" title="Universidade Feevale" src="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2011/11/feevale-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /> profissional.</p>
<p>Fiquei super feliz com o convite, afinal não é todo dia que sou entrevistada por uma rádio do Rio Grande do Sul! <img src='http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a title="Entrevista para Universidade Feevale" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2011/11/Entrevista Universidade Feevale 2011.mp3">Para ouvir a entrevista é só clicar aqui! </a></p>
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		<title>Atuação da Terapia Ocupacional no Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta do Hospital do Servidor Público Estadual &#8220;Francisco Morato de Oliveira&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 02:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>

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		<description><![CDATA[FULFARO, M. A. ; RODRIGUES, P. K. ; BAVIERA, B. V. ; FATIGATI, R.R.L. ; COUTO, T. V. . Atuação da Terapia Ocupacional no Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta do Hospital do Servidor Público Estadual &#8220;Francisco Morato de Oliveira&#8221;. In: VIII Congresso Brasileiro Interdisciplinar de Assistência Domiciliar, 2009, São Paulo. CIAD 2009. Introdução: Em 2006, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FULFARO, M. A. ; RODRIGUES, P. K. ; BAVIERA, B. V. ; FATIGATI, R.R.L. ; COUTO, T. V. . Atuação da Terapia Ocupacional no Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta do Hospital do Servidor Público Estadual &#8220;Francisco Morato de Oliveira&#8221;. In: VIII Congresso Brasileiro Interdisciplinar de Assistência Domiciliar, 2009, São Paulo. CIAD 2009.</p>
<p><strong>Introdução:</strong> Em 2006, o Serviço de Geriatria do Hospital do Servidor Público Estadual &#8220;Francisco Morato de Oliveira&#8221; (HSPE-FMO) criou o Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta com o objetivo de diminuir o número de reinternações. 	Em visitas domiciliares, o terapeuta ocupacional avalia o ambiente em que o indivíduo idoso vive, seu desempenho ocupacional e a inserção do cuidador nas atividades diárias dessa pessoa. Com isso, é possível melhorar seu desempenho na realização das atividades básicas (ABVD´s) e instrumentais de vida diária (AIVD´s), e nas de lazer.</p>
<p><strong>Objetivo:</strong> Investigar as orientações prestadas por terapeutas ocupacionais no Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta, no período de 2006 a agosto de 2009.<br />
Método: Arquivos do Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta foram revisados a fim de levantar o sexo e idade dos pacientes, assim como listar as orientações fornecidas por terapeutas ocupacionais.</p>
<p><span id="more-1364"></span><br />
<strong>Resultados e Discussão:</strong> Desde sua criação até agosto de 2009, foram atendidos 37 idosos, sendo 12 (32%) em 2006, 8 (22%) em 2007, 9 (24%) em 2008 e 8 (22%) até agosto de 2009.Houve predomínio de pacientes do sexo feminino (78%). A faixa etária variou entre 69 e 98 anos, com prevalência de pessoas com mais de 80 anos ou mais de idade (81%). No quadro 1 é possível conhecer um pouco do trabalho da Terapia Ocupacional nesse Programa e o números de vezes em que cada orientação teve que ser dada.<br />
Quadro 1: Distribuição das orientações fornecidas por terapeutas ocupacionais no Programa</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1365" title="Quadro-com-orientações-de-visita-domiciliar-de-terapia-ocupacional" src="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2011/04/Quadro-com-orientações-de-visita-domiciliar-de-terapia-ocupacional-300x139.jpg" alt="" width="300" height="139" /></p>
<p><em>*Há visitas em que foram fornecidas orientações de mais de uma categoria</em></p>
<p>As intervenções focaram sobretudo na prevenção de quedas no domicilio (57%), seguidas por estimulação e estratégias facilitadoras do autocuidado (49%), e por estimulação de atividades de lazer e sociais (38%).   	As orientações para prevenção de quedas incluíram tanto mudanças ambientais quanto comportamentais, alertando os indivíduos idosos para atitudes de risco, como subir em bancos e ter tapetes soltos pela casa. 	A estimulação do autocuidado e a orientação sobre estratégias que facilitam sua realização, além da estimulação de atividades de lazer e sociais foi extremamente relevante, pois mesmo tendo capacidade funcional para continuar realizando suas atividades com independência, a maioria dos idosos visitados estavam, aos poucos, deixando de realizar essas atividades.</p>
<p><strong>Conclusão: </strong>A avaliação do ambiente do idoso potencializa a intervenção da Terapia Ocupacional, pois conhecendo o lugar onde ele vive, o trabalho terapêutico passa a ser elaborado a partir de sua história e singularidade.	Dessa forma, ter esse profissional em um programa de assistência domiciliar é imprescindível para que o indivíduo idoso possa adquirir maior independência e autonomia em seu dia-a-dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bernardo e a corrida pelo balão</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Era junho e faltava apenas um mês para a sua festa de 16 anos, mas já andava desfilando todo-todo com seu presente: o tão sonhado relógio que trocava de pulseira. Bernardo era alto, magro e tinha cabelos negros encaracolados. Brincalhão e bem humorado, atraía olhares inquietos das meninas e estava sempre rodeado de amigos. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era junho e faltava apenas um mês para a sua festa de 16 anos, mas já andava desfilando todo-todo com seu presente: o tão sonhado relógio que trocava de pulseira.</p>
<p>Bernardo era alto, magro e tinha cabelos negros encaracolados. Brincalhão e bem humorado, atraía olhares inquietos das meninas e estava sempre rodeado de amigos. Os namoricos sem compromisso aumentavam na mesma proporção que sua vaidade. Gastava todos os dias uma hora se arrumando antes de ir para a escola.</p>
<p>Contudo, o que mexia mesmo com ele, desde pequenininho, eram os balões.<br />
Por causa das festas juninas ninguém queria saber de outra coisa lá na comunidade além de soltar esses gigantes. Tudo era bom, do planejamento das cores até a corrida desenfreada para resgatá-lo depois do voo.</p>
<p><span id="more-1284"></span></p>
<p>Para aquele final de semana já estava tudo pronto. Era de noitinha, o céu estava aberto e sem vento, e a turma toda estava lá para assitir ao espetáculo.</p>
<p>Depois de muito trabalho, finalmente seu brinquedo iria voar. Agora era só dar os  retoques finais para fazê-lo ganhar vida e pronto. Logo o monstro estaria no ar. Era perfeito! E só de pensar que ele mesmo havia construído aquela belezura ficava todo arrepiado.</p>
<p>Após o voo começava a outra parte da brincadeira: a caçada. Esse era o momento de tentar pegar uma dobradura voadora. Podia ser tanto a sua quanto a de alguém. O importante era não sair de mãos abanando. E Bernardo, que não era bobo nem nada, já estava a postos para correr.</p>
<p>Na disparada do bando de meninos, que saíram desesperados, ele e seus quatro amigos conseguiram subir em uma laje bem no momento em que um brinquedo passava por lá.<a href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/bernardo-e-a-corrida-pelo-balao/balao-de-sao-joao/" rel="attachment wp-att-2361"><img class="alignright size-medium wp-image-2361" title="Balao de Sao Joao" src="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2011/02/Balao-de-Sao-Joao-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A adrenalina era tanta que estavam todos histéricos. E não é que Bernardo conseguiu se esticar até o último dedinho do pé e segurou em uma ponta do balão que passava sobre a laje.</p>
<p>Apagou, e essa foi sua última lembrança. Depois de 15 dias, quando acordou, não sabia onde estava. Em coma, não viu o bolo que sua mãe preparou para o aniversário.</p>
<p>Estava no terceiro andar de uma casa. Ao alcançar o brinquedo, perdeu o equilibrio e caiu. Sua sorte foi a rede elétrica que o segurou e amenizou a queda até o chão. Perdeu o balão e a festa de aniversário. Ganhou queimaduras de segundo grau pelo corpo, um traumatismo craniano e algumas vértebras quebradas. Por causa disso, não vai mais à escola e não consegue falar, andar, mexer um dos braços e entender o que falamos.</p>
<p>Hoje, está fazendo terapia ocupacional para voltar a comer, trocar de roupa, estudar, namorar e fazer outras coisas sozinho.</p>
<p>Sua vaidade é tão grande que a primeira coisa que faz quando chega em minha sala é se olhar no espelho e ver se seu cabelo está no lugar. Ainda mais agora que já consegue se arrumar com as duas mãos.</p>
<p>Depois de algumas sessões, segurar objetos grandes e leves não é mais um problema, e se esfregar sozinho no banho é uma vitória. Agora o próximo passo é ajudá-lo a coordenar seus movimentos, pois ainda tem dificuldade em direcionar as mãos. E o relógio novo? Esse roubaram quando Bernardo estava estirado na rua&#8230;</p>
<p><a title="Queda de laje: o perigo está em casa" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/queda-de-laje-o-perigo-esta-em-casa/" target="_blank"><em>Vocês sabiam que no verão esse tipo de acidente é muito comum? O número de quedas de laje aumenta assustadoramente e quem mais cai são as crianças. Quem quiser saber um pouco mais sobre isso dê uma olhada nesse post.</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Contribuições da Terapia ocupacional para a saúde de sua empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 03:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[Estresse]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, muito tem se falado em adoecimento no trabalho e no alto número de funcionários que se afastam dele por esse motivo. Em 2008, a Organização Internacional do Trabalho estimou que o número de trabalhadores afastados devido a novos casos de doenças ocupacionais, como tendinites e hérnias de disco, era de 160 milhões. Contudo, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, muito tem se falado em adoecimento no trabalho e no alto número de funcionários que se afastam dele por esse motivo.</p>
<p>Em 2008, a Organização Internacional do Trabalho estimou que o número de trabalhadores afastados devido a novos casos de doenças ocupacionais, como tendinites e hérnias de disco, era de 160 milhões. Contudo, além das já conhecidas LER/DORT, também é possível desenvolver problemas ligados à saúde mental.</p>
<p>O trabalho tem papel central na constituição da identidade individual e possui implicação direta nas diversas formas de inserção social dos indivíduos. Ele pode ser visto como fundamental na constituição das redes de relações sociais e trocas afetivas e econômicas, base da vida cotidiana das pessoas.</p>
<p>Quando algo vai mal nesse campo as conseqüências podem ser sérias, pois se inicia um ciclo vicioso de sofrimento, que se reflete diretamente em outras áreas, como o relacionamento com a família e amigos, e, principalmente, na saúde.</p>
<p><span id="more-1077"></span></p>
<p>Entender a influência da organização de sua empresa na qualidade de vida de seus colaboradores é fundamental para a intervenção precoce em situações que possam levar ao adoecimento.</p>
<div id="attachment_1092" class="wp-caption alignright" style="width: 264px"><img class="size-full wp-image-1092  " title="Contribuições da Terapia ocupacional para a saúde de sua empresa" src="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2010/09/Revista-Empresa-Familiar.jpg" alt="" width="254" height="342" /><p class="wp-caption-text">Artigo publicado na edição de julho/agosto de 2010</p></div>
<p>A<a title="O que é Terapia Ocupacional?" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/o-que-e-terapia-ocupacional/" target="_blank"> Terapia Ocupacional </a>é uma profissão da área da saúde que cuida para que as pessoas possam realizar suas atividades diárias, como trabalhar, fazer compras e sair com a família com independência e autonomia.</p>
<p>Se alguém tem tendinite e não consegue tratá-la, suas atividades serão afetadas. Como um arquiteto com dor conseguirá fazer seu projeto com qualidade? Ou ainda, como uma secretária fará suas tarefas se ela passa o dia em uma cadeira que a machuca?</p>
<p>A atuação da Terapia Ocupacional em saúde do trabalhador se dá por meio da observação e investigação da rotina, organização e problemáticas ligadas ao ambiente de trabalho.</p>
<p>Esses profissionais buscam em sua prática, prevenir e reabilitar possíveis adoecimentos e acidentes relacionados ao trabalho, criando condições seguras para o retorno de colaboradores afastados, realizando inclusive reabilitação profissional quando necessário.</p>
<p>Para isso, utilizam recursos terapêuticos próprios para recuperar ou potencializar as capacidades que foram diminuídas devido ao acidente, à doença ou mesmo ao processo de afastamento.</p>
<p>O terapeuta ocupacional analisa a atividade em relação aos aspectos cognitivos, psicossociais e físicos, como os fatores biomecânicos de postura e possível repetitividade gerada pela função. Avalia também os mobiliários, equipamentos e maquinários adequados para a tarefa desenvolvida, respeitando as noções antropométricas e anatômicas de cada funcionário.</p>
<p>Se sua empresa ainda não conta com esse especializado profissional, nem tudo está perdido. Uma estratégia que pode ser adotada para assegurar minimamente a qualidade de vida de seus funcionários é estimulá-los a fazer projetos de vida, ter planos. Além disso, é importante respeitar horários de almoço, descanso e folgas, encorajando-os também à prática de atividades físicas.</p>
<p>Já quando há afastamento devido alguma doença, receber apoio das chefias e dos colegas é fundamental. Nesses casos, as pessoas sentem-se como se tivessem sido pinçadas da vida, como se ela parasse, sentindo-se impotentes. Saber que o lugar delas no trabalho está seguro e que serão bem recebidas quanto retornarem contribui até mesmo para seu processo de recuperação.</p>
<p><em>*Artigo originalmente publicado na <a title="Revista Empresa Familiar" href="http://www.revistaempresafamiliar.com.br/" target="_blank">Revista Empresa Familiar</a>, com autoria de Mariana Fulfaro e Mariana Pietra, da <a title="Casa da TO" href="http://www.casadato.com.br/" target="_blank">Casa da TO</a></em></p>
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		<title>Terapia Ocupacional no Guia do Estudante</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 22:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Papo com Especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em ritmo de comemoração, quero contar que dei uma entrevista ao Guia do Estudante, da Editora Abril. Para quem não conhece, o Guia é uma conceituada revista sobre vestibular, profissões e faculdades – a bíblia dos vestibulandos. Por coincidência ou não, foi lá que descobri a Terapia Ocupacional. No terceiro ano do ensino médio, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em ritmo de comemoração, quero contar que dei uma entrevista ao <a title="Guia do Estudante" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/videos/" target="_blank">Guia do Estudante</a>, da <a title="Editora Abril" href="http://www.abril.com.br/" target="_blank">Editora Abril</a>.</p>
<p>Para quem não conhece, o <a title="Guia do Estudante" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/videos/" target="_blank">Guia</a> é uma conceituada revista sobre vestibular, profissões e faculdades – a bíblia dos vestibulandos. Por coincidência ou não, foi lá que descobri a <a title="Terapia Ocupacional" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/terapia-ocupacional/" target="_blank">Terapia Ocupacional</a>.</p>
<p>No terceiro ano do ensino médio, eu estava mais perdida que bala em tiroteio e pensava em prestar vestibular para psicologia, mas sabia que ainda não era isso que queria.</p>
<p><span id="more-1018"></span></p>
<p>Estava estudando muito no cursinho, e as inscrições para as provas das grandes universidades logo iriam começar. Eu tinha que resolver essa indecisão, e comprei um <a title="Guia do Estudante" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/home/" target="_blank">Guia</a>.</p>
<p>Com a revista na mão, comecei a folhear página por página, lendo cada detalhe das profissões. Quando apareceu &#8220;Terapia Ocupacional&#8221;, pensei: &#8220;Meu pai amado, que que é isso? &#8220;. Eu nunca tinha ouvido falar.</p>
<p>Li com calma sobre as disciplinas do curso, a descrição da profissão e as possíveis áreas de trabalho. Foi amor à primeira vista! &#8220;É isso! É isso! É isso!&#8221; <img src='http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E assim, pelo <a title="Guia do Estudante" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/home/" target="_blank">Guia do Estudante</a>, decidi ser terapeuta ocupacional, ou só &#8220;TO&#8221; para os íntimos.</p>
<p>Como o Mundo dá voltas, por meio dessa entrevista – no vídeo abaixo – tento agora ajudar a esclarecer as pessoas sobre a minha querida <a title="Terapia Ocupacional" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/terapia-ocupacional/" target="_blank">Terapia Ocupacional</a>!</p>
<p>Deixem comentários! Gostaria muito de saber o que vocês acharam, tá?</p>
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		<title>Como é ser terapeuta ocupacional?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 12:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Papo com Especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia fui convidada a dar uma entrevista para o curso de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina do ABC. O assunto seria o meu trabalho como terapeuta ocupacional e como a saúde mental faz parte dele. Nas últimas semanas, por falta de tempo, tenho publicado poucos textos aqui refletindo sobre a minha profissão. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia fui convidada a dar uma entrevista para o curso de Terapia Ocupacional da <a title="Faculdade de Medicina do ABC" href="http://www.fmabc.br/" target="_blank">Faculdade de Medicina do ABC</a>. O assunto seria o meu trabalho como terapeuta ocupacional e como a saúde mental faz parte dele.</p>
<p>Nas últimas semanas, por falta de tempo, tenho publicado poucos textos aqui refletindo sobre a minha profissão. E essa entrevista foi como um exercício de retomada.</p>
<p>As responsáveis por me escolher foram a professora Marjorie Masuchi e as alunas Myrella Oliveira e Caroline Favaretto Ruis, a quem eu agradeço por acharem que de alguma forma eu posso contribuir para a formação de novos terapeutas ocupacionais.</p>
<p><span id="more-917"></span></p>
<p>A entrevista segue abaixo. <img src='http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Há quanto tempo está formada?</strong></p>
<p>Há 1 ano e meio, mas durante a graduação realizei muitas atividades extracurriculares.</p>
<p><strong>Fez especializações? Quais?</strong></p>
<p>Sim, em Atendimento Interdisciplinar em Geriatria e Gerontologia, no Hospital do Servidor Público Estadual “Francisco Morato de Oliveira”.</p>
<p><strong>Como foi o seu primeiro contato com a Saúde Mental?</strong></p>
<p>Foi no segundo ano de faculdade, em 2005, quando fui fazer minha primeira prática supervisionada em um Núcleo de Atenção Psicossocial (NAPS), em Santo André. (<a title="NAPS e CAPS" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/duvidas-frequentes/www/" target="_blank">Para saber mais sobre essa instituição clique aqui</a>)</p>
<p>No início fiquei amedrontada e sem saber como agir, nem ao banheiro eu conseguia ir sozinha. Eu me assustava com as pessoas e com o lugar. Depois fui estudando e aprendendo e percebi o quão importante é a saúde mental, independente da área que você escolher. Hoje dou risada dessa história.</p>
<p>Acredito que, independente do caminho que escolher, o profissional deve trazer elementos da saúde mental para a sua atuação, mesmo que essa área seja a reabilitação física. As áreas estão entrelaçadas e durante o processo de reabilitação em algum momento a saúde mental aparecerá.</p>
<p><strong>Qual a sua maior dificuldade como terapeuta ocupacional, tanto na relação com o paciente quanto com a instituição e os trabalhos?</strong></p>
<p>A maior dificuldade que enfrento no dia a dia é com relação ao desconhecimento da profissão. Como grande parte das pessoas associa a Terapia Ocupacional à ocupação despreocupada do tempo, sempre é necessário explicar o que eu faço e o porquê.</p>
<p>Mas mesmo considerando isso uma dificuldade, acredito que é ao mesmo tempo um grande desafio para todo terapeuta ocupacional.</p>
<p>Para explicar para as pessoas o que fazemos, e o contexto de cada atividade terapêutica, é necessário refletir sobre a nossa prática, o que nem sempre é possível, principalmente quando estamos inseridos em grandes instituições.</p>
<p><strong>Como é seu dia a dia, com relação ao seu trabalho?</strong></p>
<p>Atendo muitos idosos e seus familiares, tanto no consultório quanto em domicilio.</p>
<p>A agenda é lotada, sem folgas, mas é muito legal. Adoro atender, então tudo fica mais fácil. Mesmo com a correria dos atendimentos, e dos deslocamentos por São Paulo, consigo pensar em cada pessoa e família, o que me faz ter mais vontade de trabalhar.</p>
<p>Mesmo quando estamos com pessoas que têm a mesma doença, como o Alzheimer, o atendimento e as orientações são individualizados. Cada caso e família são de um jeito, o que representa desafios diários.</p>
<p><strong>Relate um pouco sobre a sua visão sobre a Terapia Ocupacional.</strong></p>
<p>Essa é uma pergunta bem genérica. Mas se eu for escolher algo positivo e outro negativo para falar sobre a profissão eu diria que positivamente temos o crescimento dela aqui no Brasil.</p>
<p>Cada vez mais a Terapia Ocupacional vem aparecendo nas mídias sociais e nos diversos meios de comunicação, e isso ajuda muito na divulgação da profissão.</p>
<p>As pessoas, quando já ouviram falar alguma coisa sobre ela, não sabem muito bem o que esses profissionais fazem, e quando são esclarecidas simplesmente acham o máximo. Compreendem a inserção e a importância desse trabalho na saúde, e levantam a bandeira em defesa da profissão.</p>
<p>Considero como ruim para a Terapia Ocupacional a resistência dos profissionais em definir de forma simples e resumida o que fazem.</p>
<p>Os terapeutas ocupacionais têm dificuldade para definir seu trabalho, e quando o fazem, na grande maioria das vezes, é por meio de exemplos, como quando falamos com crianças.</p>
<p>Já ouvi diversas justificativas para isso, desde profissionais que acham que toda definição deve incluir palavras como “processo”, “subjetividade” e “sujeito” (conceitos específicos da profissão), até profissionais que não sabem como definir a Terapia Ocupacional e apelam para a famosa definição do bem estar biopsicossocial, ou de qualidade de vida.</p>
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		<title>A importância da Terapia Ocupacional nos planos de saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 23:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa semana saiu no site da ONG Saúde Legal um artigo que eu fiz sobre a importância da Terapia Ocupacional nos planos de saúde. Transcrevi abaixo o texto na íntegra para vocês. Caso alguém queira dar uma conferida em como o texto ficou lá no site da ONG é só clicar aqui. Em janeiro, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa semana saiu no site da <a title="ONG Saúde Legal" href="http://www.saudelegal.org/" target="_blank">ONG Saúde Legal</a> um artigo que eu fiz sobre a importância da <a title="Planos de saúde e a Terapia Ocupacional" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/planos-de-saude-e-terapia-ocupacional/" target="_blank">Terapia Ocupacional nos planos de saúde</a>. Transcrevi abaixo o texto na íntegra para vocês. Caso alguém queira dar uma conferida em como o texto ficou lá no site da ONG é só <a title="A importânicia da TO nos planos de saúde" href="http://www.saudelegal.org/artigoto.htm?id=artigoto" target="_blank">clicar aqui</a>.</p>
<p>Em janeiro, a Agência Nacional de Saúde (ANS) exigiu que até o meio de 2010 os planos de saúde devem cobrir 12 consultas de terapia ocupacional por ano. Antes, a obrigação das empresas era garantir seis consultas. A decisão da ANS é um reconhecimento de que essa especialidade é importante, e de que os brasileiros precisam dela. Contudo, muita gente ficou se perguntando: mas afinal de contas, para que serve um terapeuta ocupacional? Em que esse profissional pode me ajudar?<br />
<span id="more-849"></span><br />
A terapia ocupacional, ao contrário do que o nome sugere, não serve para preencher o tempo vago das pessoas. A função dessa importante área da saúde é devolver a capacidade das pessoas realizarem suas atividades diárias, como tomar banho, se alimentar, sair de casa, trabalhar e se divertir.</p>
<p>Se alguém tiver dificuldade para fazer alguma dessas coisas, ou qualquer outra relacionada com o dia-a-dia, o terapeuta ocupacional entra em cena. É o que acontece, por exemplo, quando uma pessoa sofre um acidente e tem que usar uma cadeira de rodas. Quem vai ajudá-lo a se adaptar a essa nova vida será o terapeuta ocupacional.</p>
<p>A profissão também é essencial em problemas psiquátricos ou psicológicos. Quem passou muito tempo internado em um hospital por exemplo, pode precisar da terapia ocupacional para voltar a fazer compras, se relacionar com os amigos, formar uma famíla. O mesmo ocorre quando idosos começam a perder a memória ou têm dificuldades de comer ou se locomover. Eles precisam desse profissional da saúde para ajudá-los a voltar a fazer suas atividades.</p>
<p>Em seu trabalho, o terapeuta ocupacional se preocupa em estimular as pessoas usando recursos que façam sentido à sua vida. Por isso utiliza atividades simples e criativas, como jogos, exercícios e arte. É por causa disso, também, que se pensa que o terapeuta serve para &#8220;ocupar o tempo&#8221; das pessoas. Mas não é. Cada exercício proposto tem um sentido especial, e vai ajudar o paciente a recuperar uma habilidade perdida.</p>
<p>Um profissional tão importante para a saúde – e, por que não, para a felicidade – de tanta gente não poderia ficar fora dos convênios médicos.</p>
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		<title>A Terapia ocupacional e seu papel na alimentação</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 23:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amputação]]></category>
		<category><![CDATA[Derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades diárias]]></category>
		<category><![CDATA[Fazendo Sozinho]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Assistiva]]></category>

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		<description><![CDATA[A Terapia Ocupacional está caindo na boca do povo como se diz por aí. E quem assiste a novela das oito, Viver a Vida, sabe do que estou falando. Desde que teve um acidente e ficou tetraplégica, Luciana, personagem interpretada por Alinne Moraes, tem recebido acompanhamento de vários profissionais de saúde, dentre eles uma terapeuta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a title="Terapia Ocupacional" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/terapia-ocupacional/" target="_blank">Terapia Ocupacional</a> está caindo na boca do povo como se diz por aí. E quem assiste a novela das oito, <a title="Novela Viver a Vida, da Rede Globo" href="http://viveravida.globo.com/" target="_blank">Viver a Vida</a>, sabe do que estou falando.</p>
<p>Desde que teve um acidente e ficou tetraplégica, Luciana, personagem interpretada por Alinne Moraes, tem recebido acompanhamento de vários profissionais de saúde, dentre eles uma terapeuta ocupacional.</p>
<p>Em um dos <a title="O que é Terapia Ocupacional?" href="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/terapia-ocupacional/" target="_blank">meus textos, escrevi</a> que esses terapeutas são responsáveis por fazer com que as pessoas voltem &#8211; na medida do possível &#8211; a realizar suas atividades, como comer e tomar banho, sozinhas.</p>
<p><span id="more-784"></span>E não é que a novela mostrou uma terapeuta ocupacional realizando adaptações para que a personagem volte a comer com independência?</p>
<p>O vídeo abaixo, com cenas da novela, mostra direitinho o treino de alimentação, como os terapeutas ocupacionais costumam dizer.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/t77TlPCbCSw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/t77TlPCbCSw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Vale lembrar que esse treino de alimentação não é exclusivo para quem está tetraplégico. Os terapeutas ocupacionais também utilizam essa técnica, por exemplo, com quem machucou o braço ou a mão, e quem sofreu uma amputação.</p>
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		<title>Planos de saúde e Terapia Ocupacional</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 17:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Fulfaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana, a Agência Nacional de Saúde, órgão do governo que regulamenta os planos de saúde, divulgou uma lista com novos procedimentos básicos que os convênios terão que cobrir. Eles serão obrigados, a partir de junho, a pagar 12 consultas de Terapia Ocupacional por ano. Antes eram apenas seis. As consultas anuais com outros profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, a <a title="Agência Nacional de Saúde" href="http://www.ans.gov.br" target="_blank">Agência Nacional de Saúde</a>, órgão do governo que regulamenta os planos de saúde, divulgou uma lista com novos procedimentos básicos que os convênios terão que cobrir.</p>
<p>Eles serão obrigados, a partir de junho, a pagar 12 consultas de Terapia Ocupacional por ano. Antes eram apenas seis.</p>
<p>As consultas anuais com outros profissionais também aumentaram. Serão cobertas 40 sessões com psicólogos, 12 com nutricionistas e 24 com fonoaudiólogos. O PET Scan, exame para detecção de câncer, e o transplante de medula óssea também terão que ser cobertos.<br />
<span id="more-641"></span><br />
Claro que esses números não são ideais. No caso da Terapia Ocupacional, 12 sessões não dão nem pro cheiro, dependendo do problema.</p>
<p>Mas essas alterações mostram que de alguma forma as campanhas, como a da <a title="Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia" href="http://www.abrale.org.br" target="_blank">Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia</a>, dão certo e que devemos continuar brigando por nossos direitos.</p>
<p>Abaixo a lista com todas as alterações que entrarão em vigor.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-640" title="Consultas com profissionais de saúde" src="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2010/01/Consultas-com-profissionais-de-saúde.jpg" alt="Consultas com profissionais de saúde" width="730" height="430" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-639 aligncenter" title="Novo rol de procedimentos ANS" src="http://www.marianaterapeutaocupacional.com/wp-content/uploads/2010/01/novos-procedimentos.jpg" alt="Novo rol de procedimentos ANS" width="460" height="960" /></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Se o seu plano de saúde ainda não cobre os procedimentos mínimos, denuncie. A <a title="ONG Saúde Legal" href="http://www.saudelegal.org/denuncie.htm" target="_blank">ONG Saúde Legal</a> pode dar respaldo jurídico gratuito.</p>
]]></content:encoded>
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