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O fantasma da doença de Alzheimer

10/06/2010

15 comentários

A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
PPara divulgar um pouco a doença de Alzheimer, eu não poderia deixar de escrever sobre ela no

Para lançar a minha coluna no Jornal do Marapé (jornal da cidade de Santos, litoral de São Paulo) fiquei pensando no quanto o Alzheimer está presente nas listas de doenças temidas e no quanto a terapia ocupacional pode ajudar.

Por isso esse foi o tema que escolhi para o meu primeiro artigo, texto que vocês podem conferir abaixo!

A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.

Leia o texto completo

Depressão: a doença que transforma em café-com-leite

03/06/2010

84 comentários

(Texto publicado originalmente no Jornal do Marapé, de Santos)

A depressão é uma doença muito popular. A extrema tristeza, a vontade de passar os dias na cama e o desejo de morrer são bem conhecidos.

Além disso, com o uso de remédios a pessoa, pelo menos no início, pode se sentir sem personalidade, como se fosse outra. Simplesmente não se reconhecendo.

Tenho certeza que muitos de vocês já ouviram falar nisso tudo, mas será que já prestaram atenção em como reagem quando alguém conta que já teve depressão?

Leia o texto completo

Quedas de idosos: distração ou fatalidade?

31/05/2010

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Muitas vezes um escorregão, tropeço ou tombo passam despercebidos frente à correria diária. Contudo, uma simples queda pode trazer sérias conseqüências para você, como fraturas, deficiências, traumas e até mesmo morte.
Na prática vemos esses resultados em situações corriqueiras, como depender de outra pessoa para ir ao banheiro, passar o dia confinado na cama ou nunca mais poder caminhar a beira mar.
E os principais vilões para esses acidentes estão ligados ao ambiente em que vivemos. Por isso faça a lição de casa e veja se você segue as recomendações abaixo:
• Mantenha a sua casa bem iluminada e os fios elétricos e extensões fora do caminho.
• Retire todos os tapetes dos cômodos ou cole antiderrapante neles.
• Os ambientes devem ter poucos móveis e objetos, garantindo espaço livre para andar.
• Evite encerar o chão e andar apenas de meias. Além disso, deixe o piso sempre seco.
• Instale corrimão nos dois lados das escadas, e ao lado do vaso sanitário e do box.
• Coloque faixa antiderrapante nos degraus
•Organize sempre o quintal, evitando o acúmulo de folhas e flores úmidas no chão.
• Arrume os objetos que são mais utilizados em locais de fácil acesso e os que são pouco utilizados nos armários superiores, evitando subir em banquinhos.
• Deixe sempre uma luminária na cabeceira da cama, caso queira levantar a noite.
• Mantenha uma cadeira ou poltrona no quarto, assim você poderá se sentar quando for colocar meias, sapatos e calças.
• Utilize calçados com sola antiderrapante e prefira chinelos e sandálias com elásticos na parte traseira.
Essas são pequenas dicas de segurança que você pode colocar em prática sozinho para garantir independência por mais. Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje, pois, como dizem por aí, amanhã pode ser tarde demais.

Há alguns meses fui convidada para ser colunista do Jornal do Marapé, que circula na cidade de Santos, no litoral de São Paulo.

Até agora os artigos e dicas que escrevi só poderiam ser vistos por quem lê essa publicação, mas agora eles também vão estar por aqui ;D

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Terapia Ocupacional na Rádio CBN

12/12/2009

10 comentários

Acabei de participar do programa Revista CBN, com a jornalista Tânia Morales. Fui convidada para falar um pouco sobre a Terapia Ocupacional e o blog.

Fiquei super lisonjeada com o convite e até ontem à noite estava calma. Contudo, hoje de manhã… A entrevista estava marcada para às 13h30 e quando deu 13h já estava subindo pelas paredes, rs.

Lá pelas 13h20 me ligaram da rádio para eu ficar a postos. Pronto, daí meu coração começou a bater forte e as pernas amoleceram. Logo a Tânia me chamou no ar e começamos.

A entrevista foi super legal, mas acho que me embananei nas respostas. Mesmo sabendo todas as histórias do blog ao pé da letra, acho que cometi deslizes na hora de contá-las no ar, mal estava conseguindo falar.

Agora, já restabelecida, posso afirmar que mesmo com toda a tensão, que eu mesma criei, adorei ter participado e toparia fazer de novo.

E para que vocês possam ouvir e opinar sobre a entrevista, estou colocando o link aqui. Espero que gostem!

Clique para baixar a entrevista em MP3

*Caso não consiga abrir o link acima, acesse aqui o site da CBN para ouvir a entrevista na íntegra.