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É normal idosos terem problemas de memória?

09/02/2011

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Não, não é normal idosos terem problemas de memória. Se você conhece algum idoso que tem esquecido nomes, lugares e comida no fogo é melhor procurar um médico geriatra. Contudo, falhas de memória costumam ser mais freqüentes com o avanço da idade, e muita gente teme que pequenos esquecimentos possam ser o sinal da chegada de demências, como o Alzheimer. Isso não costuma ser verdade. Independente da faixa etária, quando se está deprimido, estressado ou sobrecarregado com o trabalho é comum ficar esquecido. E esses lapsos podem ficar mais frequentes a partir da meia-idade, por volta dos 35 anos.

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Presente

13/01/2011

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Recebi um presente muito especial e gostaria de dividir com vocês.

Esse poema foi escrito por um senhor que atendo, pois ele tem problemas com esquecimentos.

Para mim, quanto mais energia colocamos para conseguir ou fazer um presente maior é seu valor.

Sei que no caso do seu José o empenho teve que ser enorme, o que me faz admirá-lo pela coragem em tentar, e conseguir, vencer os fantasmas da perda de memória.

Espero que gostem!

Mariana,


Escrevi para dá-lo um poema
com palavras que me vieram na hora,
na verdade, um soneto, mas agora
… onde achá-lo? Aí está o problema.

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Diagnóstico da Doença de Alzheimer

02/01/2011

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Cientistas britânicos podem ter finalmente desenvolvido um teste para o diagnóstico da Doença de Alzheimer. É o que diz uma matéria do portal G1. (clique para ler a matéria) http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/12/cientistas-dizem-ter-criado-teste-para-diagnostico-precoce-de-alzheimer.html
Hoje, o diagnóstico do Alzheimer é feito pelos sintomas, como a mudança de comportamento, os esquecimentos, a dificuldade em conversar e em saber como chegar nos lugares. E mesmo assim não é definitivo. O diagnóstico só é dado com certeza examinando o cérebro no microscópio – o que só é feito após a morte do doente.
O que já se sabe é que o cérebro dos que têm Alzheimer sofre com morte de células nervosas e perda de tecidos, o que faz com que fique menor. Para descobrir se houve essa redução é realizado um exame de ressonância magnética.
http://www.alz.org/brain_portuguese/09.asp
Os cientistas britânicos dizem que, se uma pessoa tem essa diminuição no tamanho do cérebro e redução do número de proteínas no líquido que temos na coluna (líquido cérebro-espinhal) ela já tem ou irá desenvolver a doença.
Tendo essa informação tanto o terapeuta ocupacional quanto os outros profissionais de saúde podem trabalhar prevenindo as futuras perdas físicas, mentais e sociais que virão.
Claro que ainda serão feitos novos estudos para confirmar essa descoberta, mas essa notícia por si só já vale uma comemoração!

Cientistas britânicos podem ter finalmente desenvolvido um teste para o diagnóstico da Doença de Alzheimer. É o que diz uma matéria do portal G1. (clique para ler a matéria)

Hoje, o diagnóstico do Alzheimer é feito pelos sintomas, como a mudança de comportamento, os esquecimentos, a dificuldade em conversar e em saber como chegar nos lugares. E mesmo assim não é definitivo. O diagnóstico só é dado com certeza examinando o cérebro no microscópio – o que só é feito após a morte do doente.

O que já se sabe é que o cérebro dos que têm Alzheimer sofre com morte de células nervosas e perda de tecidos, o que faz com que fique menor. Para descobrir se houve essa redução é realizado um exame de ressonância magnética.

 

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Terapia Ocupacional e bisavós no Programa Show Mais

01/01/2011

12 comentários

Na semana passada participei pela primeira vez de um programa de TV. :-D

Fui ao Programa Show Mais do Darcio Arruda, na Rede TV+, para falar sobre bisavós e o convívio deles com as gerações mais novas.

Como nunca havia ido a um programa de televisão, no começo estava um pouco ansiosa, mas com o desenrolar da entrevista fiquei tranquila.

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Idosos e direção, até quando é possível dirigir?

07/07/2010

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No Brasil, legalmente não há idade máxima para uma pessoa continuar dirigindo um carro. É necessário apenas que a Carteira Nacional de Habilitação esteja em dia.

Mas a partir dos 65 anos a renovação, que antes deveria acontecer de cinco em cinco anos, passa a ser obrigatória a cada três.

Diminuir o tempo de prestação de contas ao Conselho Nacional de Trânsito parece óbvio pensando nas mudanças que a idade traz ao corpo. Contudo, quais são os exames realizados? O que conta para o médico achar que idoso não é mais capaz de dirigir? O que fazer para continuar dirigindo pelo maior tempo possível?

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O fantasma da doença de Alzheimer

10/06/2010

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A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
PPara divulgar um pouco a doença de Alzheimer, eu não poderia deixar de escrever sobre ela no

Para lançar a minha coluna no Jornal do Marapé (jornal da cidade de Santos, litoral de São Paulo) fiquei pensando no quanto o Alzheimer está presente nas listas de doenças temidas e no quanto a terapia ocupacional pode ajudar.

Por isso esse foi o tema que escolhi para o meu primeiro artigo, texto que vocês podem conferir abaixo!

A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.

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Quedas de idosos: distração ou fatalidade?

31/05/2010

2 comentários

Muitas vezes um escorregão, tropeço ou tombo passam despercebidos frente à correria diária. Contudo, uma simples queda pode trazer sérias conseqüências para você, como fraturas, deficiências, traumas e até mesmo morte.
Na prática vemos esses resultados em situações corriqueiras, como depender de outra pessoa para ir ao banheiro, passar o dia confinado na cama ou nunca mais poder caminhar a beira mar.
E os principais vilões para esses acidentes estão ligados ao ambiente em que vivemos. Por isso faça a lição de casa e veja se você segue as recomendações abaixo:
• Mantenha a sua casa bem iluminada e os fios elétricos e extensões fora do caminho.
• Retire todos os tapetes dos cômodos ou cole antiderrapante neles.
• Os ambientes devem ter poucos móveis e objetos, garantindo espaço livre para andar.
• Evite encerar o chão e andar apenas de meias. Além disso, deixe o piso sempre seco.
• Instale corrimão nos dois lados das escadas, e ao lado do vaso sanitário e do box.
• Coloque faixa antiderrapante nos degraus
•Organize sempre o quintal, evitando o acúmulo de folhas e flores úmidas no chão.
• Arrume os objetos que são mais utilizados em locais de fácil acesso e os que são pouco utilizados nos armários superiores, evitando subir em banquinhos.
• Deixe sempre uma luminária na cabeceira da cama, caso queira levantar a noite.
• Mantenha uma cadeira ou poltrona no quarto, assim você poderá se sentar quando for colocar meias, sapatos e calças.
• Utilize calçados com sola antiderrapante e prefira chinelos e sandálias com elásticos na parte traseira.
Essas são pequenas dicas de segurança que você pode colocar em prática sozinho para garantir independência por mais. Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje, pois, como dizem por aí, amanhã pode ser tarde demais.

Há alguns meses fui convidada para ser colunista do Jornal do Marapé, que circula na cidade de Santos, no litoral de São Paulo.

Até agora os artigos e dicas que escrevi só poderiam ser vistos por quem lê essa publicação, mas agora eles também vão estar por aqui ;D

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Uma vida inteira em imagens

05/03/2010

13 comentários

Nessa semana uma família, preocupada com o destino de seu patriarca, me procurou para tirar dúvidas sobre a doença de Alzheimer.
Seu Alceu sempre fez milhares de coisas, desde montaria até aulas para o exército, e a maior dúvida era o que deveriam fazer a partir de agora para oferecer todo o conforto que ele merecia.
Conversamos por um longo tempo e a conclusão foi a de que, no caso dele, o melhor caminho era revitalizar sua rotina, pois passava o dia sem vontade e em casa.
Fiz esse breve relato, porque a família do seu Alceu me mostrou um vídeo, que eles fizeram de presente para o seu aniversário, em que apareciam fotos desde quando ele era adolescente, mostrando grande parte de sua trajetória.
Depois de assistir essa homenagem me lembrei de dois vídeos. O primeiro que já está aqui no blog e mostra o envelhecimento (para assistí-lo clique aqui) e um outro da Olympus, aquela empresa que faz máquina fotográfica, que conta toda a história de uma pessoa por meio de 60.000 fotos.
Fiquei pensando na importância de se fazer o que gosta e de ter a felicidade sempre ao nosso lado.
Agora convido todos vocês para assistir ao lindo vídeo que a Olympus produziu. Detalhe para a trilha sonora que é uma delícia. :D

Nessa semana uma família, preocupada com o destino de seu patriarca, me procurou para tirar dúvidas sobre a doença de Alzheimer.

Seu Alceu sempre fez milhares de coisas, desde montaria até aulas para o exército, e a maior dúvida de seus parentes era o que deveriam fazer a partir de agora para oferecer todo o conforto que ele merecia.

Conversamos por um longo tempo e a conclusão foi a de que, no caso dele, o melhor caminho era revitalizar sua rotina, pois passava o dia sem vontade e em casa.

Fiz esse breve relato, porque a família do seu Alceu me mostrou um vídeo em que apareciam fotos desde quando ele era adolescente mostrando grande parte de sua trajetória, que eles fizeram de presente para o seu aniversário.

Depois de assistir essa homenagem me lembrei de dois vídeos. O primeiro que já está aqui no blog e mostra o envelhecimento (para assistí-lo clique aqui) e um outro da Olympus, aquela empresa que faz máquina fotográfica.

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Como alimentar idosos acamados

23/02/2010

114 comentários

Contando um pouco sobre as fases de algumas doenças, passei a receber dúvidas sobre como cuidar em casa de idosos que estão acamados.

Sou terapeuta ocupacional e só posso responder às dúvidas sobre a minha área. Por isso resolvi criar uma seção nova aqui no blog, a de “entrevistas”. Assim posso trazer a contribuição de outros profissionais de saúde.

E claro, para fazer jus aos pedidos de vocês, ela vai ser inaugurada com um tema que deixa muita gente angustiada: alimentação do idoso acamado.

Para tirar as dúvidas sobre esse nebuloso tema convidei a Dra. Diana U. C. de O. Santos, nutricionista e especialista em geriatria e gerontologia para falar sobre o assunto.

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Orientações de terapia ocupacional para a prevenção de quedas de idosos

05/01/2010

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Aproximadamente 30% dos idosos sofrem pelo menos uma queda por ano, segundo o Ministério da Saúde. Entre as mortes por causas externas (não relacionadas à saúde), esse tipo de acidente é responsável por 24% dos óbitos  nessa faixa etária.

Por isso, todo ano o Hospital do Servidor Público Estadual promove a Semana Mundial de Prevenção de Quedas. Participei de uma dessas no ano passado, e conseguimos organizar um material informativo de qualidade para distribuição. Nos estandes, atendemos diretamente muitos idosos e demos orientaçãoes sobre o uso de roupas impróprias (como as muito compridas), ambiente inadequado (como pisos lisos), e os comportamentos de risco (como subir em banquinhos).

Como sei que tem gente caindo a torto e a direito por aí, estou colocando aqui os folhetos com as orientações e os cartazes que fizemos para esse evento. Afinal, prevenir nunca é demais.

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