Sei que está um pouco em cima da hora, mas eu não podia deixar divulgar.
Amanhã, 5 de março, o Centro de Dor e Neurocirurgia do Hospital 9 de Julho vai oferecer uma
palestra gratuita sobre dor musculoesquelética.
Quando fiquei sabendo do evento pensei em quem tem tendinite, já que quem sofre com esse problema está sempre buscando novidades.
O palestrante será um médico especialista em coluna, o Dr. Alexandre Elias.
Quem se interessar pode ver outras informações sobre o evento clicando aqui. E quem quiser saber um pouco mais sobre dor pode dar uma olhada no blog deles clicando aqui.
As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo telefone (11) 3539-9901.
Ah, já ia me esquecendo. Todos os participantes ganharão um kit da Campanha Viva sem Dor, com nécessaire, camiseta, mini-massageador e folder educativo.
Conseguir atendimento gratuito de saúde com qualidade está se tornando cada vez mais difícil. Nem todos os hospitais públicos conseguem manter a qualidade das consultas, e os particulares nem sempre têm valores acessíveis a todos.
Algumas pessoas podem pagar por profissionais e exames, outras pagam um convênio – que cobre ao menos os atendimentos básicos. Mas a grande maioria da população depende do SUS, que vem sofrendo com os limitados recursos físicos, com a falta de profissionais e de materiais.
Encontrar vaga para atendimento de problemas da chamada “saúde mental”, que inclui depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia, é uma verdadeira peregrinação.
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Contando um pouco sobre as fases de algumas doenças, passei a receber dúvidas sobre como cuidar em casa de idosos que estão acamados.
Sou terapeuta ocupacional e só posso responder às dúvidas sobre a minha área. Por isso resolvi criar uma seção nova aqui no blog, a de “entrevistas”. Assim posso trazer a contribuição de outros profissionais de saúde.
E claro, para fazer jus aos pedidos de vocês, ela vai ser inaugurada com um tema que deixa muita gente angustiada: alimentação do idoso acamado.
Para tirar as dúvidas sobre esse nebuloso tema convidei a Dra. Diana U. C. de O. Santos, nutricionista e especialista em geriatria e gerontologia para falar sobre o assunto.
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A Terapia Ocupacional está caindo na boca do povo como se diz por aí. E quem assiste a novela das oito, Viver a Vida, sabe do que estou falando.
Desde que teve um acidente e ficou tetraplégica, Luciana, personagem interpretada por Alinne Moraes, tem recebido acompanhamento de vários profissionais de saúde, dentre eles uma terapeuta ocupacional.
Em um dos meus textos, escrevi que esses terapeutas são responsáveis por fazer com que as pessoas voltem – na medida do possível – a realizar suas atividades, como comer e tomar banho, sozinhas.
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Recentemente conheci a Organização Não-Governamental (ONG) Saúde Legal e confesso que fiquei apaixonada. Ela tem como objetivo defender os direitos das pessoas no que diz respeito à saúde, tanto público quanto privado.
Frequentemente são noticiados casos que apontam problemas no sistema de saúde, como o que vira e mexe acontece com os idosos que vivem tendo dor de cabeça com os convênios.
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Passar horas a fio no computador, seja trabalhando, estudando ou fazendo sei lá o que não é bom. Mas quem nunca teve uma dorzinha nas mãos, nos braços ou nos ombros, e que mesmo assim continuou lá, irredutível, que atire a primeira pedra.
É possível enumerar uma série de problemas que os especialistas afirmam que esse hábito traz, como a famosa tendinite. E nesse, e em todos os outros casos, a melhor coisa a fazer é prevenir.
Não custa nada parar um pouco, alongar ou levantar para pegar água. Mas isso dá uma preguiça, né?
Por isso trouxe para vocês dois programas de computador, ou softwares, que funcionam como um despertador. Eles dão um aviso quando chega a hora da pausa e sugerem alguns alongamentos. Abaixo coloquei algumas fotos e um resuminho sobre cada um.
O detalhe é que eles são super fáceis de instalar. 
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Aproximadamente 30% dos idosos sofrem pelo menos uma queda por ano, segundo o Ministério da Saúde. Entre as mortes por causas externas (não relacionadas à saúde), esse tipo de acidente é responsável por 24% dos óbitos nessa faixa etária.
Por isso, todo ano o Hospital do Servidor Público Estadual promove a Semana Mundial de Prevenção de Quedas. Participei de uma dessas no ano passado, e conseguimos organizar um material informativo de qualidade para distribuição. Nos estandes, atendemos diretamente muitos idosos e demos orientaçãoes sobre o uso de roupas impróprias (como as muito compridas), ambiente inadequado (como pisos lisos), e os comportamentos de risco (como subir em banquinhos).
Como sei que tem gente caindo a torto e a direito por aí, estou colocando aqui os folhetos com as orientações e os cartazes que fizemos para esse evento. Afinal, prevenir nunca é demais.
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Todos os dias preciso pensar em exercícios para meus pacientes idosos com falta de atenção. Para quem já tem muitos quilômetros rodados, um pequeno acidente pode trazer consequências bem diferentes do que para uma criança.
A diferença não está no tipo de acidente, mas em como o corpo está preparado para aguentar o estrago. Quando uma criança cai e quebra a perna, é só passar um tempo engessada e pronto. Seu corpo se recupera a todo vapor.
No idoso, o corpo já é outro. Com o envelhecimento, a cicatrização fica lenta, a elasticidade da pele já não é mais a mesma e o número de vasos sanguíneos diminui. Precisa ter cuidado, né?
Mas disse tudo isso, pois no corre-corre diário muita coisa passa batida, como o porteiro que não é cumprimentado, os amigos que não recebem bom dia e a lista do supermercado que sempre fica desfalcada. Será que você também passa por essas situações?
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Um trabalho importante que faço no Hospital do Servidor é ensinar meus pacientes a proteger suas articulações, e a economizar energia – essas são aliás, especialidades exclusivas dos terapeutas ocupacionais. E não tem nada a ver com ficar menos tempo no chuveiro, não. A energia que os pacientes precisam economizar é a energia do corpo, de articulações lesionadas, de músculos cansados.
Separei aqui três exemplos que fazem parte do dia-a-dia de quase todo mundo. São esforços desnecessários e perigosos ao nosso corpo. Felizmente, corrigi-los é muito fácil. Veja só:
Maçanetas

As maçanetas redondas costumam exigir um grande esforço dos dedos em uma posição nada confortável. A energia usada ali pode ser economizada se for usada uma fechadura comprida, que é mais fácil de abrir.
Torneiras

Problema semelhante ocorre com as torneiras de misturador (aquela parte que a gente gira) redondo. Se alguém fechar a torneira com muita força, coitadas das articulações de quem for tentar abrir! O problema se resolve trocando o misturador por um comprido ou em formato de cruz.
Roupa torcida

Torcer roupa pode ser uma atividade perigosa para quem tem algum problema nas mãos ou nos braços, como artrite reumatóide ou tendinite. E quem não tem problemas, quando torce a roupa com muita força, é um forte candidato a vir a ter. Minha dica é que a roupa seja presa na torneira e depois torcida. Isso reduz muito o esforço, economiza energia.
Conforme vamos envelhecendo nosso corpo vai se transformando: os pêlos que nasceram na puberdade vão caindo, nossa pele que já teve muitas espinhas agora mostra manchas e rugas, e nossos dentes, assim como na infância, começam a cair novamente.
Eu não considero essas mudanças negativas, pois acho que elas apenas fazem parte do nosso ciclo vital, é natural.
Contudo, além das alterações visíveis, existem também as que não vemos assim tão facilmente, e que podem ser causadas por problemas em alguma parte da nossa complexa estrutura, como a doença de Parkinson – no cérebro – e a osteoporose – nos ossos.
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04/03/2010
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