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Como fazer alongamentos corretamente?

05/01/2011

13 comentários

Vendo a repercussão de alguns textos do blog sobre tendinite, como o “Programas de computador para tendinite”, o “Como tratar tendinite?” e o “Computadores e nossos punhos”, vi que  passou da hora de falar um pouco sobre como alongar corretamente.
Alongar antes de fazer alguma atividade ou esforço físico é importante, pois avisa nosso corpo que iremos começar a usá-lo. O alogamento também é essencial para quem tem tendinite, já que deixa o corpo relaxado e os movimentos mais soltos, ajudando assim a prevenir lesões.
Encontramos um bom exemplo disso nos gatos e cachorros. Preste atenção nesses bichos, quando eles acordam a primeira coisa que fazem é dar aquela estendida gostosa, como na foto.
http://www.flickr.com/photos/megacombo/3657711343/
Para explicar o que acontece no nosso corpo quando alongamos, procurei o Dr. Fernando Mello, fisioterapeuta pós-graduado em Fisioterapia no Esporte. Abaixo ele dá valiosas dicas.
Quais os benefícios do alongamento para nossa saúde?
O alongamento é uma atividade muito simples que além de fazer você se sentir melhor pode evitar muitos problemas relacionados ao trabalho e, se já houver algum dano instalado, ajudar na reabilitação.
O alongamento vai diminuir a tensão muscular, melhorar a circulação, diminuir riscos de lesões, desenvolver a consciência corporal, entre outros benefícios, como aumento da flexibilidade e mobilidade das articulações.
Existem regras para realizá-los?
Não há regras, mas precisamos seguir algumas orientações para que os alongamentos sejam mais efetivos. Deve-se respirar naturalmente, relaxar, prestar atenção ao corpo, concentrar-se nos músculos e articulações que estão sendo alongados. O importante é sentir apenas o alongamento e não sentir dor, apenas um leve desconforto, ou melhor, sensação de alongamento.
Se eles não forem realizados corretamente o que pode acontecer?
Alongamentos realizados erroneamente, ou sem supervisão/orientação de um profissional, podem causar sobrecargas em outras articulações, causando danos. Repito, deve-se prestar atenção à sensação do alongamento, pois um alongamento excessivo pode causar danos às fibras musculares.
Para prevenir tendinites, pensando em alguém que passa o dia todo em frente ao computador, qual a periodicidade ideal?
O corpo humano não foi projetado para permanecer longos períodos numa mesma posição.
A rigidez no pescoço e ombros, dor na região lombar, tensão muscular excessiva e enrijecimento das articulações, podem levar às famosas lesões por esforços repetitivos (LERs), como as tendinites e síndrome do túnel do carpo. Muito comuns entre pessoas que trabalham em frente ao computador.
Para prevenir essa rigidez e dor é recomendado alongar-se diariamente, mais ou menos a cada hora.

Vendo a repercussão de alguns textos do blog sobre tendinite, como o “Programas de computador para tendinite”, o “Como tratar tendinite?” e o “Computadores e nossos punhos”, vi que  passou da hora de falar sobre como alongar corretamente.

Alongar antes de fazer alguma atividade ou esforço físico é importante, pois avisa nosso corpo que iremos começar a usá-lo. O alogamento também é essencial para quem tem tendinite, já que deixa o corpo relaxado e os movimentos mais soltos, ajudando a prevenir lesões.

Encontramos um bom exemplo disso nos gatos e cachorros. Preste atenção nesses bichos, quando eles acordam a primeira coisa que fazem é dar aquela estendida gostosa, como na foto.

Sempre ao acordar os gatos preparam seus músculos para as atividades

Sempre ao acordar os gatos preparam seus músculos para as atividades

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Conhecendo a ONG Saúde Legal

25/10/2010

6 comentários

Há algum tempo, para ajudar a divulgar a ONG Saúde Legal escrevi um texto contando um pouquinho o trabalho deles. (para ler esse post clique aqui)

Agora, para esmiuçar as frentes de ação e as situações em que as pessoas podem pedir ajuda a eles, convidei o responsável pela Saúde Legal para responder algumas perguntas.

Confesso que mesmo já conhecendo o trabalho deles, após ler esse post pronto passei a gostar mais! :)

Mariana Fulfaro: Como surgiu a ideia de criar uma ONG para defender os direitos dos usuários de saúde do país?

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Contribuições da Terapia ocupacional para a saúde de sua empresa

20/09/2010

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Atualmente, muito tem se falado em adoecimento no trabalho e no alto número de funcionários que se afastam dele por esse motivo.

Em 2008, a Organização Internacional do Trabalho estimou que o número de trabalhadores afastados devido a novos casos de doenças ocupacionais, como tendinites e hérnias de disco, era de 160 milhões. Contudo, além das já conhecidas LER/DORT, também é possível desenvolver problemas ligados à saúde mental.

O trabalho tem papel central na constituição da identidade individual e possui implicação direta nas diversas formas de inserção social dos indivíduos. Ele pode ser visto como fundamental na constituição das redes de relações sociais e trocas afetivas e econômicas, base da vida cotidiana das pessoas.

Quando algo vai mal nesse campo as conseqüências podem ser sérias, pois se inicia um ciclo vicioso de sofrimento, que se reflete diretamente em outras áreas, como o relacionamento com a família e amigos, e, principalmente, na saúde.

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Idosos e direção, até quando é possível dirigir?

07/07/2010

9 comentários

No Brasil, legalmente não há idade máxima para uma pessoa continuar dirigindo um carro. É necessário apenas que a Carteira Nacional de Habilitação esteja em dia.

Mas a partir dos 65 anos a renovação, que antes deveria acontecer de cinco em cinco anos, passa a ser obrigatória a cada três.

Diminuir o tempo de prestação de contas ao Conselho Nacional de Trânsito parece óbvio pensando nas mudanças que a idade traz ao corpo. Contudo, quais são os exames realizados? O que conta para o médico achar que idoso não é mais capaz de dirigir? O que fazer para continuar dirigindo pelo maior tempo possível?

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Como amarrar o cadarço com uma mão

05/07/2010

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Entusiasmada com a entrevista para o Guia do Estudante, resolvi gravar um vídeo com um tema que pode ajudar muita gente: como passar e amarrar o cadarço usando apenas uma mão.

Essa dica é muito útil para pessoas que sofreram um derrame, estão machucadas ou que simplesmente nasceram com um só braço.

Para fazer o filminho, fiz uma parceria com o Manual do Mundo, um site com vídeos que mostram dicas de todos os tipos. Lá os internautas podem aprender desde brincadeiras com palitos até a fazer uma fogueira com lente de aumento.

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Síndrome do pânico: o extremo do estresse

17/06/2010

29 comentários

Síndrome do pânico: o extremo do estresse
Imagine que você está na fila do supermercado e sem motivo começa a suar frio, a sentir um aperto no peito, um nó na garganta, falta de ar e seu coração ameaça sair pela boca. Não há motivos racionais para se sentir assim, mas o medo continua a se espalhar pelo seu corpo e você sente que sua pressão está diminuindo.
Mesmo pensando em tudo o que aprendeu para lidar com esse problema – como respirar fundo, contrair e relaxar os ombros – você só consegue pensar em sair correndo desesperadamente.
Grosso modo, isso é o que sente quem tem uma crise de Pânico, problema que normalmente é causado por estresse, alterações do corpo devido a medicamentos, abuso de álcool e drogas ou predisposição genética.
Como em outras doenças, na Síndrome do Pânico há um desequilíbrio no organismo, na maioria das vezes relacionado a estresse. E o estresse nada mais é do que um desgaste físico e mental.
Se pensarmos na nossa rotina diária, será que passamos mais tempo trabalhando, se preocupando com contas e problemas, ou descansando, indo caminhar na praia?
Aí está o xis da questão: devemos balancear nossas atividades para ter uma vida equilibrada. E para isso proponho um exercício para você saber como está o seu dia.
Separe um papel e uma caneta. Assim que acordar amanhã anote o horário. Em seguida, anote quando entrar e sair do banheiro, ao se sentar para tomar café, ao sair de casa para o trabalho, quando para na hora do almoço, se parar para fazer exercício ou conversar com alguém e assim sucessivamente.
Faça isso com todas as suas atividades, desde manhã até o dia seguinte. O objetivo é saber quantas horas do seu dia você gasta com sono e descanso, lazer, trabalho e estudo, exercícios, higiene e alimentação.
Conte quanto você gastou com cada um desses tópicos acima. O resultado deve ser equilibrado, com aproximadamente oito horas de sono e descanso, três horas de lazer, oito horas de trabalho e estudo, uma hora e meia de exercícios, uma hora e meia de higiene e duas horas de alimentação.
Se o seu dia estiver muito diferente dessa proporção, tente rever suas atividades. Avalie o que vale mais: dinheiro ou qualidade de vida? E lembre-se de que nada adianta ter uma boa conta no banco se não tiver tempo e saúde para aproveitá-la. Esse é o primeiro passo para diminuir o estresse e se afastar da Sí

Imagine que você está na fila do supermercado e sem motivo começa a suar frio, a sentir um aperto no peito, um nó na garganta, falta de ar e seu coração ameaça sair pela boca. Não há motivos racionais para se sentir assim, mas o medo continua a se espalhar pelo seu corpo e você sente que sua pressão está diminuindo.

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O fantasma da doença de Alzheimer

10/06/2010

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A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
PPara divulgar um pouco a doença de Alzheimer, eu não poderia deixar de escrever sobre ela no

Para lançar a minha coluna no Jornal do Marapé (jornal da cidade de Santos, litoral de São Paulo) fiquei pensando no quanto o Alzheimer está presente nas listas de doenças temidas e no quanto a terapia ocupacional pode ajudar.

Por isso esse foi o tema que escolhi para o meu primeiro artigo, texto que vocês podem conferir abaixo!

A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.

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Depressão: a doença que transforma em café-com-leite

03/06/2010

73 comentários

(Texto publicado originalmente no Jornal do Marapé, de Santos)

A depressão é uma doença muito popular. A extrema tristeza, a vontade de passar os dias na cama e o desejo de morrer são bem conhecidos.

Além disso, com o uso de remédios a pessoa, pelo menos no início, pode se sentir sem personalidade, como se fosse outra. Simplesmente não se reconhecendo.

Tenho certeza que muitos de vocês já ouviram falar nisso tudo, mas será que já prestaram atenção em como reagem quando alguém conta que já teve depressão?

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Quedas de idosos: distração ou fatalidade?

31/05/2010

2 comentários

Muitas vezes um escorregão, tropeço ou tombo passam despercebidos frente à correria diária. Contudo, uma simples queda pode trazer sérias conseqüências para você, como fraturas, deficiências, traumas e até mesmo morte.
Na prática vemos esses resultados em situações corriqueiras, como depender de outra pessoa para ir ao banheiro, passar o dia confinado na cama ou nunca mais poder caminhar a beira mar.
E os principais vilões para esses acidentes estão ligados ao ambiente em que vivemos. Por isso faça a lição de casa e veja se você segue as recomendações abaixo:
• Mantenha a sua casa bem iluminada e os fios elétricos e extensões fora do caminho.
• Retire todos os tapetes dos cômodos ou cole antiderrapante neles.
• Os ambientes devem ter poucos móveis e objetos, garantindo espaço livre para andar.
• Evite encerar o chão e andar apenas de meias. Além disso, deixe o piso sempre seco.
• Instale corrimão nos dois lados das escadas, e ao lado do vaso sanitário e do box.
• Coloque faixa antiderrapante nos degraus
•Organize sempre o quintal, evitando o acúmulo de folhas e flores úmidas no chão.
• Arrume os objetos que são mais utilizados em locais de fácil acesso e os que são pouco utilizados nos armários superiores, evitando subir em banquinhos.
• Deixe sempre uma luminária na cabeceira da cama, caso queira levantar a noite.
• Mantenha uma cadeira ou poltrona no quarto, assim você poderá se sentar quando for colocar meias, sapatos e calças.
• Utilize calçados com sola antiderrapante e prefira chinelos e sandálias com elásticos na parte traseira.
Essas são pequenas dicas de segurança que você pode colocar em prática sozinho para garantir independência por mais. Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje, pois, como dizem por aí, amanhã pode ser tarde demais.

Há alguns meses fui convidada para ser colunista do Jornal do Marapé, que circula na cidade de Santos, no litoral de São Paulo.

Até agora os artigos e dicas que escrevi só poderiam ser vistos por quem lê essa publicação, mas agora eles também vão estar por aqui ;D

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Como tratar tendinite?

30/05/2010

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Depois do sucesso da entrevista sobre como alimentar idosos acamados, o nosso tema agora é tendinite. Para falar sobre esse assunto, convidei um grande especialista, o Dr. Marcos Britto da Silva, médico ortopedista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Mariana Fulfaro – O que é a tendinite?

Marcos Britto da Silva – Para entendermos a tendinite, precisamos saber o que é o tendão.

O tendão é a estrutura que liga os músculos aos ossos.  Quando contraímos a musculatura, o tendão faz com que o osso se movimente.

A tendinite nada mais é do que uma inflamação no tendão, que geralmente é causada pelo atrito entre o tendão e as estruturas ao seu redor.

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