Nessa semana, li que os brasileiros falam mais de sexo na rua do que em casa. Parece que no lar doce lar o preconceito impera e o assunto simplesmente não é discutido.
Cheguei a conclusão de que, pelo menos para parte da população, o texto está certo. É curioso pensar que em pleno século 21 esse assunto ainda é tabu, e que isso pode trazer sérias consequências.
Para muitos, pensar que os pais fazem sexo é um martírio. E imaginar que os avós podem ser sexualmente ativos está fora de cogitação.
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Diariamente, vemos propagandas de dentistas sugerindo o uso do fio dental.
Até aí as únicas coisas que impedem a maioria das pessoas de usar a pequena cordinha branca é a preguiça ou falta de dinheiro. Afinal, essas pessoas têm as duas mãos funcionando perfeitamente e podem usar o fio dental sem problemas, né?
Mas como fica quem só tem uma mão ou só movimenta uma delas? Alguém aí já pensou nisso?
Pra resolver esse problema, criaram um fio dental adaptado. Esse da foto é fio em uma ponta e palito na outra! rs
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É comum a cena de constrangimento quando as pessoas se vêem obrigadas a estar com alguém que usa cadeira de rodas, não enxerga, não ouve ou com outro tipo de deficiência.
Já presenciei esses incômodos e buchichos em muitos lugares, como hospitais, clínicas, escolas, na rua e no ônibus. Fico impressionada com as reações dessas pessoas.
Alguns ficam completamente paralisados sem saber o que fazer. Outros fazem aquela cara de dó e soltam um “coitado” acreditando que quem tem deficiência é doente.
Ah, tem também os que se acham super antenados, querem ajudar e acabam atropelando a situação, como ao tentar ajudar uma pessoa com deficiência visual a atravessar a rua – sem nem ao menos saber se ela precisa disso. Agarram o seu braço e vamo que vamo até chegar na outra calçada!
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A Revista Sentidos, uma das publicações mais importantes para pessoas com deficiência, fez uma entrevista comigo sobre como prevenir acidentes de crianças em casa.
Fiquei lisonjeada com o convite, pois o conteúdo produzido por eles é interessantíssimo e de grande ajuda para muita gente.
O resultado, que você pode conferir abaixo, ficou bem legal. Simples, as dicas servem tanto para crianças com quanto para as sem deficiência, e podem ser decisivas para manter os pequenos longe do perigo.




No Brasil, para trabalhar na área da saúde é necessário estar credenciado a um órgão regulamentador. Cada profissão tem seu próprio conselho, como a medicina com o CRM, a enfermagem com o COREN, e a fisioterapia e a terapia ocupacional com o CREFITO.
Essas instituições, além de fiscalizarem o trabalho dos profissionais, costumam disponibilizar alguns materiais para divulgar novidades aos seus associados, como o CREFITO que produz uma revista mensalmente.
Fui convidada para dar uma entrevista para a Revista do CREFITO para falar sobre o tratamento de quedas de idosos e dar dicas sobre como adaptar uma casa. Na matéria há uma ilustração muito legal com várias dicas para deixar o ambiente doméstico seguro (para ler a matéria clique aqui).
Abaixo coloquei esse bate papo na íntegra, pois ele poderá ajudar quem anda antenado na qualidade de vida dos idosos.
CREFITO – Quais são as principais causas de acidentes com idosos?
Mariana Fulfaro – As principais causas de quedas com idosos são a fraqueza muscular, a diminuição da visão e da audição, a falta de equilíbrio e o uso inadequado de medicamentos.
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Um assunto que vira e mexe aparece aqui no blog é acidentes com idosos. Além de alguns textos com dicas, como o “Como prevenir quedas” e o “Orientações de Terapia Ocupacional para prevenir quedas de idosos“, já coloquei também trabalhos que apresentei em congresso.
Há alguns dias, dei uma entrevista (para conferí-la na íntegra clique aqui) sobre isso para a Revista do Crefito – Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – e foi feita uma super ilustração mostrando pequenas coisas que podemos fazer em casa para torná-la mais segura.
O resultado vocês podem conferir abaixo clicando sobre a matéria!
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Trabalhando com reabilitação sabia que as quedas de laje nas comunidades eram frequentes, mas não fazia ideia do número de pessoas que se machuca todos os anos assim.
O pequeno texto abaixo, publicado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia mostra que o problema é tão sério que se tornou tema frequente em trabalhos científicos…
Ortopedistas alertam que queda de laje vira epidemia durante as férias
A queda acidental tornou-se a segunda maior causa de mortes em São Paulo no ano passado, e 45% desses acidentes ocorrem em casa, com crianças que sobem na laje para soltar pipa, para brincar ou participar de churrascos.
Não, não é normal idosos terem problemas de memória. Se você conhece algum idoso que tem esquecido nomes, lugares e comida no fogo é melhor procurar um médico geriatra. Contudo, falhas de memória costumam ser mais freqüentes com o avanço da idade, e muita gente teme que pequenos esquecimentos possam ser o sinal da chegada de demências, como o Alzheimer. Isso não costuma ser verdade. Independente da faixa etária, quando se está deprimido, estressado ou sobrecarregado com o trabalho é comum ficar esquecido. E esses lapsos podem ficar mais frequentes a partir da meia-idade, por volta dos 35 anos.
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De repente aparecem manchas pelo seu corpo. Você não sente mais o toque de um simples aperto de mão, ao dormir seus olhos não se fecham completamente e se uma aranha te picar a dor não virá. Essas são algumas das coisas que podem acontecer com alguém com Hanseníase.
Ainda muito popular como lepra, essa é uma doença conhecida, mas mal compreendida. Isso faz com que os doentes sofram muito mais com o preconceito do que com essas sequelas físicas.
Infelizmente, quando a maioria das pessoas ouve falar em Hanseníase logo pensa naquelas histórias que dizem que quem tem essa doença vai ficar sem uma perna, que deve ficar isolado para não contaminar outras pessoas ou ainda que esse é um problema de pecadores.
Eu já ouvi todo tipo de história, desde profissional da saúde que jogou no lixo uma fruta que caiu onde um doente estava até gente querendo destruir o casamento do vizinho alegando que essa é uma doença sexualmente transmissível.
Se você já leu o post sobre como fazer alongamentos, chegou a hora de colocá-los em prática!
Separei alguns exemplos para as pessoas que passam a maior parte do tempo em frente ao computador.
Os desenhos mostram todos os movimentos, direitinho. Contudo, lembrem-se de fazê-los com calma e sentir o alongamento, e nunca dor!
Ah, e nada de ficar forçando o movimento, tá? O segredo é fazer esticar e ficar parado. Nada de fazer vai-e-vem com o músculo.
Quem tiver alguma dúvida, ou que quiser dar alguma sugestão, é só escrever!
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28/01/2012
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