Há muitos anos, desde que comecei os primeiros estágios na USP, venho conhecendo e atendendo pessoas com as mais diversas dificuldades. Desde velhinhos no final da vida que têm que se adaptar à perda de memória até crianças na flor da idade que desde cedo aprendem a conviver com uma amputação.
No meio de tantas vidas e histórias, fui descobrindo que o terapeuta ocupacional é um resolvedor de pequenos grandes problemas. Ajudar alguém que tem a mão quase paralisada a aprender a abrir uma torneira, ou devolver a habilidade de fazer compra em um supermercado a alguém que acabou de sair de um pesado tratamento psiquiátrico são alguns dos quebra-cabeças que um profissional como eu tem que saber juntar.




12/01/2009
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