ALMEIDA, M. H. M.; FULFARO, M. A. Caracterização de idosos com artrite reumatóide. In: VI Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia, 2009, São Paulo. Revista Envelhecimento e Saúde. São Paulo : Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2009. v. 15. p. 24-24.
Introdução: A artrite reumatóide (AR) é uma das principais doenças responsáveis pelo quadro de limitação nas atividades de vida diária (AVDs), especialmente em pessoas idosas. Através do presente estudo buscamos caracterizar uma parcela de idosos com AR atendida na Seção de Terapia Ocupacional do IOT-HCFMUSP no último ano. Esses idosos foram caracterizados do ponto de visto sócio-demográfico e quanto a aspectos da capacidade funcional, sabidamente afetados pela AR.
Objetivo: Apresentar os principais resultados do estudo: breve descrição da população segundo variáveis sócio-demográficas, dificuldades para atividades de autocuidado atribuídas a AR pelo idoso, grau de força, de amplitude de movimento articular e de dor nas mãos relacionados a doença.
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FULFARO, M. A. ; COSTA, K. B. . Nível de independência funcional e percepto-cognitiva de idosos com AVE. In: VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia, 2011, Santos – SP. Anais do VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia e VI Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia, 2011.
Introdução: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é um problema ocasionado pelo comprometimento do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais. É uma das doenças crônicas que mais interfere na capacidade funcional e autonomia das pessoas no Mundo. Sua incidência aumenta com a idade, dificultando o processo de reabilitação.
Método: Estudo retrospectivo baseado na revisão de prontuários de pacientes idosos atendidos entre o período de março de 2010 a fevereiro de 2011 em um Núcleo Integrado de Reabilitação. Com relação aos aspectos percepto-cognitivos, foram coletados dados referentes a orientação espacial, temporal, corporal e de lateralidade – questões fechadas de “sim” e “não” – e escore de cognição obtido no instrumento Medida de Independência Funcional (MIF). As informações relacionadas à independência funcional também foram colhidas da MIF. Foram adotados como critério os resultados referentes à data de início do tratamento.
Objetivo: Caracterizar os aspectos de capacidade funcional e percepto-cognitivos de um grupo de idosos com AVE atendidos em um Núcleo Integrado de Reabilitação.
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FULFARO, M. A. . A religião como ferramenta para reabilitação cognitiva e produção de saúde. In: VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia, 2011, Santos – SP. Anais do VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia e VI Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia, 2011.
Introdução: Em idosos com déficit cognitivo a Terapia Ocupacional trabalha visando melhorar ou compensar perdas relacionadas ao desempenho nas atividades diárias, procurando manter a capacidade funcional pelo maior tempo possível. Para isso, pode utilizar como recurso exercícios, atividades cotidianas ou artísticas que tenham importância para o paciente.
Objetivo: Apresentar estudo de caso de um atendimento terapêutico ocupacional de idoso com sequela neurológica e déficit cognitivo, e mostrar como o uso de uma atividade significativa para o paciente pode ser determinante para o sucesso do tratamento e melhora da qualidade de vida.
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FULFARO, M. A. ; RODRIGUES, P. K. ; BAVIERA, B. V. ; FATIGATI, R.R.L. ; COUTO, T. V. . Atuação da Terapia Ocupacional no Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta do Hospital do Servidor Público Estadual “Francisco Morato de Oliveira”. In: VIII Congresso Brasileiro Interdisciplinar de Assistência Domiciliar, 2009, São Paulo. CIAD 2009.
Introdução: Em 2006, o Serviço de Geriatria do Hospital do Servidor Público Estadual “Francisco Morato de Oliveira” (HSPE-FMO) criou o Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta com o objetivo de diminuir o número de reinternações. Em visitas domiciliares, o terapeuta ocupacional avalia o ambiente em que o indivíduo idoso vive, seu desempenho ocupacional e a inserção do cuidador nas atividades diárias dessa pessoa. Com isso, é possível melhorar seu desempenho na realização das atividades básicas (ABVD´s) e instrumentais de vida diária (AIVD´s), e nas de lazer.
Objetivo: Investigar as orientações prestadas por terapeutas ocupacionais no Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta, no período de 2006 a agosto de 2009.
Método: Arquivos do Programa de Visita Domiciliar Pós-Alta foram revisados a fim de levantar o sexo e idade dos pacientes, assim como listar as orientações fornecidas por terapeutas ocupacionais.
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FULFARO, M. A.; COUTO, T. V. Mudanças comportamentais e tecnologia assistiva como recursos na prevenção de quedas. In: VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia, 2011, Santos – SP. Anais do VII Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia e VI Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia, 2011.
Introdução: Atualmente, estudos brasileiros apontam que a prevalência de quedas em idosos é de aproximadamente 34,8%. Esse tipo de acidente pode trazer importantes problemas a essa população – além das já conhecidas fraturas – como as incapacidades físicas, o medo, a ansiedade com relação a doenças e ao futuro, e sentimentos de humilhação.
Objetivo: Apresentar a mudança comportamental e o uso de tecnologia assistiva como recursos da Terapia Ocupacional no trabalho de prevenção de quedas de idosos por meio de dados colhidos em revisão de literatura.
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17/04/2011
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