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Diagnóstico da Doença de Alzheimer

02/01/2011

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Cientistas britânicos podem ter finalmente desenvolvido um teste para o diagnóstico da Doença de Alzheimer. É o que diz uma matéria do portal G1. (clique para ler a matéria) http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/12/cientistas-dizem-ter-criado-teste-para-diagnostico-precoce-de-alzheimer.html
Hoje, o diagnóstico do Alzheimer é feito pelos sintomas, como a mudança de comportamento, os esquecimentos, a dificuldade em conversar e em saber como chegar nos lugares. E mesmo assim não é definitivo. O diagnóstico só é dado com certeza examinando o cérebro no microscópio – o que só é feito após a morte do doente.
O que já se sabe é que o cérebro dos que têm Alzheimer sofre com morte de células nervosas e perda de tecidos, o que faz com que fique menor. Para descobrir se houve essa redução é realizado um exame de ressonância magnética.
http://www.alz.org/brain_portuguese/09.asp
Os cientistas britânicos dizem que, se uma pessoa tem essa diminuição no tamanho do cérebro e redução do número de proteínas no líquido que temos na coluna (líquido cérebro-espinhal) ela já tem ou irá desenvolver a doença.
Tendo essa informação tanto o terapeuta ocupacional quanto os outros profissionais de saúde podem trabalhar prevenindo as futuras perdas físicas, mentais e sociais que virão.
Claro que ainda serão feitos novos estudos para confirmar essa descoberta, mas essa notícia por si só já vale uma comemoração!

Cientistas britânicos podem ter finalmente desenvolvido um teste para o diagnóstico da Doença de Alzheimer. É o que diz uma matéria do portal G1. (clique para ler a matéria)

Hoje, o diagnóstico do Alzheimer é feito pelos sintomas, como a mudança de comportamento, os esquecimentos, a dificuldade em conversar e em saber como chegar nos lugares. E mesmo assim não é definitivo. O diagnóstico só é dado com certeza examinando o cérebro no microscópio – o que só é feito após a morte do doente.

O que já se sabe é que o cérebro dos que têm Alzheimer sofre com morte de células nervosas e perda de tecidos, o que faz com que fique menor. Para descobrir se houve essa redução é realizado um exame de ressonância magnética.

 

Leia o texto completo

O fantasma da doença de Alzheimer

10/06/2010

15 comentários

A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.
A qualquer sinal de esquecimento a corrida aos consultórios é desenfreada, pois a preocupação com a possibilidade de receber um diagnóstico de Alzheimer gera desespero.
Pensando nisso, e na importância de se divulgar informações fidedignas sobre saúde, é que resolvi estrear essa coluna falando sobre esse problema que é um enigma até para os pesquisadores.
Ainda não se sabe com certeza qual é a causa da doença de Alzheimer, mas suspeita-se que a hereditariedade e a idade avançada são fatores relacionados ao seu aparecimento.
Seu desenvolvimento é lento e progressivo, variando em média oito a dez anos, sendo que, infelizmente, não há como prever o tempo de evolução em cada pessoa.
Mas não há motivos para achar que qualquer esquecimento ou confusão é Alzheimer. Outros problemas como efeitos colaterais de remédios ou depressão também podem gerar essas falhas na memória. A verdade é que todos esquecem alguma coisa, é impossível lembrar de tudo e todos.
A diferença entre os esquecimentos considerados normais e os patológicos é o quanto eles afetam o seu dia a dia.
Se você perceber que a falta de memória o está prejudicando de alguma forma e se seus amigos e familiares também já notaram esses esquecimentos, chegou o momento de procurar ajuda.
No Alzheimer as queixas de memória marcam a fase inicial da doença, como pequenos esquecimentos da comida no fogo, de onde foi guardado um livro ou mesmo do lugar onde se está.
A questão da memória fica evidente na fase intermediária, e na maioria dos casos a pessoa não percebe essas mudanças, o que pode gerar muitos conflitos. Nessa fase o idoso já não consegue reconhecer lugares, saber que o horário, identificar sons, objetos e formas, e tem dificuldade para realizar movimentos precisos.
Esse quadro vai evoluindo pouco a pouco até que na fase avançada todas as funções mentais estarão danificadas, o que tornará a pessoa dependente para realizar todas as suas atividades.
Infelizmente ainda não há cura para o Alzheimer, mas há tratamentos que conseguem frear seu avanço. As medicações aliadas a técnicas de reabilitação, como a terapia ocupacional e a neuropsicologia contribuem para o tratamento das queixas de perda de memória.
A terapia ocupacional possui recursos que dão suporte tanto para a pessoa com Alzheimer quanto para sua família. Isso garante que ela continuará realizando suas atividades diárias com independência pelo maior tempo possível, e os familiares e cuidadores aprenderão a lidar com os conflitos, que naturalmente surgirão.
Por tudo isso, o diagnóstico de Alzheimer não pode ser encarado como uma sentença de morte. O idoso e a família, com o devido suporte, ainda terão muitos momentos de felicidade.
PPara divulgar um pouco a doença de Alzheimer, eu não poderia deixar de escrever sobre ela no

Para lançar a minha coluna no Jornal do Marapé (jornal da cidade de Santos, litoral de São Paulo) fiquei pensando no quanto o Alzheimer está presente nas listas de doenças temidas e no quanto a terapia ocupacional pode ajudar.

Por isso esse foi o tema que escolhi para o meu primeiro artigo, texto que vocês podem conferir abaixo!

A doença de Alzheimer é um problema que assusta muita gente. As histórias de pessoas que confundem nomes e lugares, e que passam seus últimos anos de vida confinadas em uma cama, assombram o imaginário de todos.

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Como alimentar idosos acamados

23/02/2010

87 comentários

Contando um pouco sobre as fases de algumas doenças, passei a receber dúvidas sobre como cuidar em casa de idosos que estão acamados.

Sou terapeuta ocupacional e só posso responder às dúvidas sobre a minha área. Por isso resolvi criar uma seção nova aqui no blog, a de “entrevistas”. Assim posso trazer a contribuição de outros profissionais de saúde.

E claro, para fazer jus aos pedidos de vocês, ela vai ser inaugurada com um tema que deixa muita gente angustiada: alimentação do idoso acamado.

Para tirar as dúvidas sobre esse nebuloso tema convidei a Dra. Diana U. C. de O. Santos, nutricionista e especialista em geriatria e gerontologia para falar sobre o assunto.

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Estresse de cuidador

01/12/2009

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Muitos de vocês sabem como é desgastante cuidar de quem se ama, e ver dia-a-dia essa pessoa piorar e não saber ao certo o que fazer.

A angústia passa a fazer parte do dia-a-dia, como quando sentimos vontade de sair para nos divertir, quando não queremos trocar aquela fralda suja, quando sentimos vontade de comer aquela comidinha gostosa da mãe e ela não sabe mais prepará-la, ou quando perdemos a paciência e soltamos um xingo. Essa é a pior de todas as situações.

Mas cuidar de alguém não é fácil, e muitas vezes ficamos cansados, sim!

Para ilustrar um pouco esse estresse eu trouxe um vídeo. Acho que já deu para perceber que adoro vídeos, né? rs Espero que gostem!

E para quem cuida de alguém com Doença de Alzheimer, aí vai o link da Associação Brasileira de Alzheimer que oferece grupos de apoio no Brasil inteiro: www.abraz.com.br

Abandono e a doença de Alzheimer

29/07/2009

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Já publiquei alguns textos sobre a doença de Alzheimer. A partir deles, é possível entender um pouco o quanto é difícil e desgastante, tanto emocionalmente quanto fisicamente, cuidar de uma pessoa querida com esse problema.

Tudo começa com os pequenos esquecimentos e mudanças de comportamento. Alguns anos depois, o companheiro, ou outra pessoa da família, se dá conta de que tem algo errado e procura um médico, que dá a sentença: tem Alzheimer.

Esse diagnóstico é um marco na vida de muitas famílias. Tudo muda a partir daí, e muitos se vêem sozinhos. Não há ninguém para ajudar ou para desabafar. Mesmo os que antes faziam visitas frequentes e dividiam os almoços de domingo, agora parecem ter se esquecido de qualquer laço que possuíam.

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Problemas familiares e os profissionais da saúde

03/06/2009

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Pela terceira vez seguida a equipe de serviço social tentava entrar em contato com a família de dona Mitiko. Com 66 anos, ela estava só, abandonada no leito do hospital e dependendo de pessoas estranhas para comer e trocar suas fraldas.

Seu marido era alcoólatra, o filho mais velho tinha esquizofrenia e era viciado em drogas. O caçula, seu preferido, tinha ido embora para tentar a sorte no Japão.

Havia três anos que ela estava morando em uma casa de repouso, sozinha e sem visitas, com exceção das anuais aparições do filho mais novo em suas vindas ao Brasil. As contas de sua estadia eram pagas pelo Estado, e o dinheiro de sua aposentadoria era dividido entre o marido e seu primogênito.

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A doença de Alzheimer e suas fases

21/04/2009

173 comentários

A doença de Alzheimer começa a se mostrar com pequenos esquecimentos, evoluindo até a pessoa não conseguir mais sair da cama, o que em alguns casos pode levar até 20 anos para acontecer.

Na fase inicial, os idosos começam a ter perda de memória e, frequentemente, esquecem a comida no fogo, onde deixaram as chaves, a carteira e outros objetos pessoais. Além disso, aparecem sinais da dificuldade em reconhecer amigos, pessoas da família e lugares conhecidos.

Já na fase intermediária, a perda de memória é mais evidente, a capacidade de decisão fica alterada e, na maioria dos casos, a pessoa não percebe essas mudanças. Nesse momento, revelam-se também alguns outros sintomas, como dificuldade em nomear e identificar objetos, sons e formas, e problemas para fazer movimentos precisos – como copiar um desenho. A desorientação, tanto de espaço quanto de tempo, torna-se um risco, pois o idoso pode se perder facilmente na rua.

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A doença de Alzheimer

17/01/2009

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Eu gostaria de propôr um exercício para falar um pouquinho da doença de Alzheimer. Pense na sua avó. Lembre-se de todos os lanches e doces gostosos que ela fez para você, das vezes em que você ia dormir na casa dela e ela deixou a cama arrumadinha e cheirosa, das vezes em que você a encontrava e ganhava aquele abraço apertado que parecia que seus ossos iam quebrar, e logo em seguida vinham os beijos e mordidas na bochecha. Lembrou? Sensação boa, né?

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Um murro na cara de dona Josefa

14/01/2009

9 comentários

Aos 65 anos, dona Josefa frequentava um grupo terapêutico para idosos no Centro de Saúde do Butantã. Ela não tinha amigos e ficava a maior parte do tempo tomando conta de casa, dos dois netos pequenos e de Terezinha, sua sogra com doença de Alzheimer. Certo dia, chegou no centro de saúde extremamente abatida. E sem um dos dentes da frente.

A doença de Alzheimer é um tipo de demência que não se sabe a causa e que ainda não tem cura. Os pacientes vão perdendo pouco a pouco a memória: se esquecem dos nomes de conhecidos, deixam o fogão aceso, se perdem no caminho de casa e não conseguem formular uma frase inteira. Com a evolução da doença, vão deixando de tomar banho, trocar de roupa e ir ao banheiro sozinhos.

Cuidar de uma pessoa doente de 86 anos estava ficando cada vez mais difícil para dona Josefa. Com o avanço da doença, sua sogra já não reconhecia mais a casa em que estava morando, acreditava que familiares mortos estavam vivos e que Josefa estava decidida a matá-la.

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