Arquivo | fevereiro, 2009

Quer trabalhar quanto?

19/02/2009

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A grande maioria das pessoas precisa cumprir metas no trabalho, independente da profissão.

As atividades variam: escrever textos, atender pacientes, soldar canos, fazer limpeza, etc. Mas todas tem em comum a pressão para cumprir metas, seja do chefe ou de nós mesmos.

O problema surge quando as exigências são maiores do que as que o nosso corpo suporta e, simplesmente, não podemos parar. Afinal, no fim do mês o aluguel estará lá.

A animação abaixo mostra os resultados da sobrecarga de trabalho no nosso corpo, e sua reação em cadeia. Será que podemos ter controle sobre o quanto trabalhamos? Trabalhamos para viver ou vivemos para trabalhar?

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Quanto vale uma bicicleta?

04/02/2009

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Osvaldo levantou cedinho para ir trabalhar. Tomou café preto, pegou a marmita preparada na noite anterior, deu um beijo na esposa e montou em sua bicicleta rumo à serralheria. O trajeto era sempre o mesmo, seguindo de casa para o trabalho e de lá para casa, todos os dias.

Naquela manhã, no caminho para a oficina, foi surpreendido por quatro rapazes. Eles queriam roubar sua bicicleta. O pobre homem não se conformou, afinal ela era velha, nem marcha tinha e ele a usava apenas para economizar o dinheiro do ônibus. Não teve dúvidas: bateu o pé e se negou a entregar a magrela.

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Computadores e nossos punhos

02/02/2009

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Você já viu o cabo do ferro de passar roupas aberto? Ou de alguma extensão? Dentro deles há uma porção de fios finos e flexíveis.

Ao usar um eletrodoméstico, é preciso tomar uma série de precauções para não danificar esses cabos, como não deixá-los rigidamente dobrados e prestar atenção na posição do fio que sai do plugue.

O nosso punho pode ser comparado a esses cabos. Ele também é recheado por uma série de “fios” – artérias, veias, ossos, tendões e nervos -, e tudo tem que passar livremente dentro dele. E, assim como no cabo, quando o deixamos dobrado por muito tempo ou o sobrecarregamos, suas estruturas internas são prejudicadas.

Na ilustração abaixo é possível enxergar direitinho o punho por dentro. Podemos ver as estruturas que o compõem, e perceber que tudo lá dentro está cuidadosamente encaixado.

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